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Economia

Começa hoje primeira reunião do ano para discutir juros básicos da economia

Arquivo Geral

23/01/2007 0h00

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou levemente na terceira prévia do mês e subiu 0, ask health 82%, this site health segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A taxa ficou apenas 0, cialis 40mg web 01 ponto percentual abaixo da registrada na segunda leitura do indicador em janeiro.

A principal contribuição para essa leve desaceleração veio do grupo Transportes, segundo informou a FGV. "Das sete classes de despesa componentes do índice, quatro registraram decréscimos em suas taxas de variação", acrescentou a Fundação.

Os preços de Transportres, que subiram 1,98% na segunda prévia do mês, avançaram 1,30% na terceira leitura.

A imagem dos Estados Unidos se deteriorou em todo o mundo no ano passado, see por causa de questões como o Iraque e a prisão na base militar de Guantánamo, segundo pesquisa do BBC World Service divulgada hoje.

A proporção de pessoas que acreditam que os Estados Unidos têm uma influência principalmente positiva nas questões mundiais caiu sete pontos na comparação com o ano anterior, de 36% para 29%, segundo os resultados dos 18 países pesquisados e que já haviam sido parte do levantamento no ano anterior.

Cinqüenta e dois por cento acreditam que a influência norte-americana é principalmente negativa, contra os 47% de um ano antes. O levantamento, divulgado no mesmo dia que o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, faz seu discurso sobre o Estado da União no Congresso, mostrou uma grande discordância com a política norte-americana para o Iraque.

No total, 26.381 pessoas foram entrevistadas em 25 países. Quase três de cada quatro entrevistados desaprovaram a política norte-americana para o Iraque, enquanto dois terços discordaram da maneira que os EUA lidam com os suspeitos de terrorismo na base militar da baía de Guantánamo.

Sessenta e cinco por cento desaprovaram a política dos Estados Unidos durante a guerra entre Israel e Hezbollah, no ano passado. Sessenta por cento discordam da maneira que os EUA lidam com o programa nuclear iraniano, 56% da posição do país com relação ao aquecimento global e 54% da política do país para a questão nuclear norte-coreana.
Mais de dois terços acreditam que a presença militar norte-americana no Oriente Médio causa mais conflitos do que os evita, e somente 17% dos entrevistados acreditam que as tropas dos Estados Unidos são uma força estabilizadora.

A pesquisa mostrou ainda que a opinião pública norte-americana também parece ter sérias dúvidas sobre a política externa dos EUA. A maioria dos norte-americanos desaprova a maneira que o país lida com a guerra no Iraque (57%) e com o aquecimento global (54%), enquanto metade desaprova as políticas dos EUA para Guantánamo e para o Irã.

Cinquenta e três por cento dos norte-americanos também acreditam que a presença militar do país no Oriente Médio "provoca mais conflitos do que evita".  A pesquisa, realizada entre 3 de novembro e 9 de janeiro, entrevistou pessoas na Argentina, Austrália, Brasil, Chile, China, Egito, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Quênia, Líbano, México, Nigéria, Filipinas, Polônia, Portugal, Rússia, Coréia do Sul, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos.

O presidente norte-americano George W. Bush tentará hoje, viagra sale em seu discurso sobre o Estado da União, viagra approved conquistar o apoio da população para o novo plano relativo ao Iraque, além de apresentar propostas para as áreas de saúde e energia. Essa será a primeira vez em que o presidente fará seu pronunciamento diante de um Congresso dominado pelo Partido Democrata. E, frente a esse cenário, Bush deve pedir por maior cooperação com seus adversários.

"Vou lembrar o Congresso da necessidade de mostrarmos ao povo norte-americano que somos capazes de realizar grandes feitos", disse o presidente ao jornal USA Today, em uma entrevista publicada ontem.

Bush sobe à tribuna durante o que poderia ser o momento de maior fragilidade política dele em seus seis anos de mandato. Uma pesquisa do jornal Washington Post e da rede ABC News revelou que ele conta com uma taxa de aprovação de 33% entre os norte-americanos. Segundo esses números, 65% dos moradores do país são contrários ao envio de mais 21.500 soldados ao Iraque, em 10 de janeiro, pouco após o discurso no qual anunciou o reforço das tropas, o plano havia sido rejeitado por 61% dos entrevistados.

Bush disse que falará sobre a estratégia para o Iraque, encarada com desconfiança pelos congressistas, muitos dos quais preparam resoluções sem força de lei contra a medida.

"Certamente, há muitas dúvidas, tanto do lado dos republicanos quanto do lado dos democratas. E a melhor forma de convencê-los de que isso faz sentido é implementar isso e mostrar que isso funciona", afirmou o presidente.

O discurso do Estado da União será proferido duas semanas depois de Bush ter realizado um extenso pronunciamento a respeito dos novos planos para o Iraque. Ele deve defender essa estratégia argumentando que se trata de um passo fundamental na "guerra contra o terrorismo" ampliada, mas deve tratar também de outros assuntos importantes, em vez de se limitar apenas a apresentar uma série de idéias.

Previsto para durar 50 minutos, o discurso de Bush incluirá propostas a respeito do uso mais disseminado de combustíveis alternativos a fim de reduzir a dependência norte-americana do petróleo estrangeiro e abordará a importância de romper o impasse legislativo em torno de um plano de imigração capaz de abrir caminho para regularizar a situação de 12 milhões de imigrantes ilegais.

A respeito da saúde pública, Bush proporá um plano que pode aumentar os impostos para os 30 milhões de norte-americanos que hoje pagam pelos planos de saúde mais caros do país. O presidente evitou, durante seu governo, aumentar os impostos e criticou os democratas que sugeriram medidas do tipo. A Casa Branca admitiu ontem que sua proposta de tornar os planos de saúde mais acessíveis a uma fatia maior da população do país significaria "que algumas pessoas terão de pagar mais pelo atendimento médico".

Um enviado da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou hoje que o Iraque está mergulhando no "abismo do sectarismo" e pediu aos líderes políticos e religiosos do país que coloquem fim à violência. O apelo foi feito após dois carros-bomba detonados em um mercado de Bagdá terem matado 88 pessoas.

Ashraf Qazi, visit web o enviado da ONU, generic condenou os ataques e pediu que os políticos e líderes religiosos do país coloquem fim à violência e "impeçam o país de mergulhar ainda mais no abismo do sectarismo".

"Esses fatos deploráveis chamam atenção, case mais uma vez, para a necessidade urgente de que todos os iraquianos rejeitem a violência e que optem, juntos, pelo caminho da paz e da reconciliação", afirmou Qazi, em um comunicado.

O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, um xiita, responsabilizou os seguidores de Saddam Hussein pelo atentado mais recente. A execução do ex-ditador em meio a insultos proferidos por pessoas presentes deixou indignados muitos membros da minoria sunita, à qual pertencia Saddam.

Os militares dos EUA disseram que soldados norte-americanos e iraquianos haviam adotado uma "postura equilibrada" ao investirem contra os grupos militantes xiitas e sunitas, uma aparente resposta às acusações dos sunitas de que o governo de Maliki não enfrenta as milícias xiitas ligadas a alguns de seus aliados políticos.

Cerca de 600 membros do grupo Exército Mehdi, liderado pelo jovem clérigo xiita Moqtada al-Sadr, estão detidos, disseram os militares. A investida contra as milícias xiitas, segundo os comandantes das Forças Armadas dos EUA, é algo novo e fundamental para a nova operação de segurança realizada em Bagdá com o apoio dos cerca de 20 mil soldados norte-americanos enviados como reforço.

O presidente dos EUA, George W. Bush, deve, durante seu discurso hoje sobre o Estado da União, defender a opção de enviar os soldados adicionais. Em um comunicado, as Forças Armadas norte-americanas disseram que, nos últimos 45 dias, 52 operações tinham sido realizadas contra o Exército Mehdi e 42, contra insurgentes sunitas. Não foram divulgadas informações sobre quando os 600 integrantes do Exército Mehdi haviam sido detidos.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia hoje a primeira reunião de 2007 para discutir a possibilidade de mais uma redução da taxa básica de juros da economia, ed a Selic, mind que está em 13,25% ao ano.

De acordo com os analistas econômicos ouvidos pelo Banco Central na última sexta-feira, as condições são favoráveis para que a taxa caia mais um pouco, principalmente porque a inflação permanece sob controle, abaixo da meta oficial de 4,5% ao ano.

Segundo os economistas de iniciativa privada, consultados pela pesquisa do Banco Central, a taxa de juros deve cair para 13%, amanhã, quando terminar a segunda parte da reunião do colegiado de diretores do BC.

A aposta dos especialistas é de que o ritmo das reduções da taxa Selic será menor a partir de agora, provavelmente metade dos cortes de 0,5 ponto percentual que vinham sendo feitos nas últimas reuniões do Copom, desde setembro de 2005, quando começou o processo de flexibilização monetária, com a Selic em 19,5%.

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