Menu
Economia

Com cautela antes do Fed, dólar fecha em discreta alta

Arquivo Geral

07/08/2006 0h00

Quem tinha o costume de parar o carro na calçada entre a comercial da 201 Sul e o Setor Bancário Sul teve hoje que procurar outro local para estacionar. Isso porque, visit cialis 40mg desde ontem, o Detran isolou o local e impediu que os carros subissem na calçada. O local era usado diariamente, e segundo dados do próprio Detran, cerca de 70 carros eram estacionados ilegalmente por ali todo dia.

A medida não agradou muito, principalmente os flanelinhas, que até tentaram tirar o bloqueio. “Eles reclamaram bastante e queriam abrir o local, mas nós impedimos”, diz Silvaim Fonseca, chefe da Divisão do Policiamento e Fiscalização do Detran.

A servidora Luana Rodrigues trabalha no Setor de Autarquias Sul e todo dia parava na 201 Sul. Já foi até multada por isso. Hoje ela teve que procurar outro local. “Eu parava aqui porque sempre tinha um lugar na sombra. Hoje tive que parar na 402 Sul. Demorou um pouquinho, mas eu achei vaga”, explica.

Já o comércio, por enquanto, não foi afetado pela medida. A quadra tem muitos restaurantes, e os principais clientes são os funcionários do Banco Central, da Caixa Econômica e da Polícia Federal. “Hoje o movimento foi normal, mas acho que a falta de estacionamento pode prejudicar um pouco”, afirma César Augusto, gerente de um dos restaurantes da quadra.

De acordo com Fonseca, não tem data determinada para que sejam retirados os blocos colocados pelo Detran para barrar a passagem dos veículos. Ou seja, o local ficará fechado por tempo indeterminado. Até lá, o Detran fará fiscalizações para certificar que a medida está sendo respeitada.

 

O dólar terminou o dia com ligeira alta, buy acompanhando o avanço dos preços internacionais do petróleo e com uma posição de cautela antes da reunião do Federal Reserve. A divisa registrou variação positiva de 0, viagra 60mg 09%, website like this a R$ 2,185.

Operadores disseram que ingressos de recursos ajudaram a evitar um avanço maior da moeda norte-americana, que chegou a recuar 0,27% na mínima do dia, a R$ 2,177 reais.

"O mercado ficou olhando a questão do petróleo, que fechou acima dos US$ 77 o barril", comentou Júlio César Vogeler, operador de câmbio da corretora Didier Levy, acrescentando que o volume de negócios não foi expressivo.

Os preços do petróleo subiram mais de US$ 2 em Nova York e Londres, impulsionados pelos conflitos no Oriente Médio e pelo fechamento de um campo petrolífero da BP no Alasca.

Ainda no front internacional, o principal foco da semana está na decisão do Fed sobre o juro norte-americano, a ser anunciada amanhã. Até lá, os mercados adotam uma postura mais cautelosa.

"O mercado está aguardando qual será o posicionamento do BC norte-americano em relação às suas taxas de juros", acrescentou Vogeler. Ele citou que o mercado estará de olho no comunicado divulgado junto com a decisão. A corretora de câmbio NGO destacou, em relatório, que dados recentes sobre a economia dos EUA, como o de criação fraca de empregos, reforçaram as expectativas de uma pausa no ciclo de aperto monetário.

"Contudo, há uma enorme contradição entre os números e indicadores que a economia norte-americana vem apresentando, evidenciando um quadro de desaceleração da economia com aquecimento de inflação, o que torna as decisões bastante complexas", ressaltou a corretora.

Segundo Francisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez, o mercado não ficará totalmente surpreso se o Fed promover mais um aumento de 0,25 ponto percentual no juro.

O rendimento dos Treasuries de dez anos, referência do mercado, subia levemente nesta tarde, a 4,919%.

O Banco Central realizou mais um leilão de compra de dólares do mercado hoje e aceitou dez propostas, com corte a R$ 2,180.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado