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Economia

Cesta básica cai em 25 capitais em agosto

As maiores quedas ocorreram em cidades do Norte e do Centro-Oeste, enquanto Maceió e São Luís tiveram alta.

Redação Jornal de Brasília

10/09/2026 14h18

supermercados dia 8

Foto: EBC/Arquivo

Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Dieese em parceria com a Conab. A cesta só ficou mais cara em duas capitais: Maceió, onde o custo médio subiu 1,43%, e São Luís, com alta de 0,78%.

As quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, porém, o custo da cesta básica aumentou em 25 capitais e diminuiu apenas em Brasília (-0,64%) e Palmas (-0,27%). As maiores altas anuais foram registradas em Goiânia (7,51%), Cuiabá (6,42%) e Vitória (6,26%).

Entre os produtos que ajudaram a puxar o custo para baixo em agosto estão a batata, que caiu em todas as cidades do Centro-Sul, o café em pó, com recuo médio em 23 capitais, além do tomate e do feijão. Por outro lado, pão francês, óleo de soja, leite integral e arroz agulhinha tiveram aumento de preços na maior parte das capitais analisadas.

São Paulo continuou com a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900,59, seguida por Cuiabá (R$ 851,57), Rio de Janeiro (R$ 851,19) e Florianópolis (R$ 850,90). Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570,98), Natal (R$ 627,42), Maceió (R$ 627,45) e Salvador (R$ 628,89).

Com base na cesta mais cara do país, que em agosto foi a de São Paulo, o Dieese estimou que o salário-mínimo deveria ser de R$ 7.565,86, o equivalente a 4,67 vezes o valor atual, de R$ 1.621,00.

Com informações da Agência Brasil

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