André Levino
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“Não foi nada fácil”. Essa foi a alegação de muitos candidatos ouvidos pela reportagem do Jornal de Brasília em relação ao grau de dificuldade das provas do concurso público do Mínistério Público da União (MPU). No primeiro dia da tão aguardada seleção, 12,3% dos 59.869 candidatos inscritos no Distrito Federal não compareceram aos locais de prova. Participaram do certame os inscritos para os cargos de analista (nível superior), que fizeram exames objetivo e discursivo.
De acordo com o diretor-geral do Cespe, Ricardo Carmona, a realização das provas ocorreu sem incidentes e conforme foi planejado pela instituição. “O concurso transcorreu na mais absoluta calma, estamos muito contentes com o trabalho de todos os colaboradores que participaram do evento e esperamos que amanhã seja assim também”, disse.
Ao todo, 145.455 candidatos do DF se inscreveram no concurso do Ministério Público da União (MPU). São 594 vagas disponíveis no certame. Esse é o sexto concurso público da entidade, que tem o objetivo de defender os interesses da sociedade e zelar pelo respeito à lei.
Para a advogada Fabiana Patos, 25 anos, toda a prova estava bem difícil. Segundo ela, a abordagem do conteúdo foi além do que ela estava acostumada a fazer nos simulados. “Tanto português, informática e direito estavam muito bem elaborados. Pegou muita gente de surpresa”, afirma Fabiana, que concorre a uma vaga de analista processual. Para a prova discursiva, a advogda esperava temas da atualidade, o que não ocorreu. “A redação exigiu um preparo muito grande do candidato. Foram vários temas para abordar”.
Confira aqui o gabarito extraoficial da prova de Analista Administrativo do MPU.
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