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Economia

Cai o ritmo de inflação em São Paulo

Arquivo Geral

25/02/2014 11h28

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, apresentou decréscimo na terceira prévia de fevereiro, ao passar de uma alta de 0,73% para 0,58%. Quatro dos sete grupos pesquisados indicaram recuos no ritmo de aumentos e, pela quinta vez consecutiva, os itens do vestuário mantiveram-se em queda (-0,24% ante -0,21%).

A diminuição na velocidade de correções foi mais expressiva no grupo educação com variação de 2,2% ante 4,08%. No grupo alimentação, o índice atingiu 0,27% ante 0,31%; em habitação, a taxa ficou em 0,54% ante 0,69% e em despesas pessoais, 1,32% ante 1,62%.

Nos demais grupos, os preços aumentaram com maior intensidade em relação à apuração passada. Em transporte, a taxa subiu de 0,42% para 0,46% e, em saúde, de 0,55% para 0,65%.

 

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    09/02/2010 11h50

     

    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), atingiu 1,28%, na primeira prévia de fevereiro, taxa que ficou abaixo do fechamento de janeiro (1,34%). Quatro dos sete grupos de despesas, apresentaram índices inferiores ao última pesquisa: alimentação, saúde, educação e transportes.

    Neste último, com peso de  55,20% na composição do IPC, a taxa de variação permaneceu elevada em 4,49%, mas abaixo da medição passada (4,58%). Para os próximos cálculos, transporte ainda deve influenciar no resultado geral, já que a partir de hoje (9), entram em vigor os novos preços dos bilhetes do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Urbanos (CPTM).

    O bilhete unitário do metrô passou e R$ 2,55 para R$ 2,65, um reajuste de 3,9% e o bilhete único com direito a integração com os ônibus municipais urbanos subiram de R$ R$ 4,00 para R$ 4,07, alta de 1,8%. De janeiro de 2009 a janeiro de 2010, a variação do IPC da Fipe ficou em 5,04%.

    Os gastos com educação começam a diluir no peso inflacionário, embora com variação ainda elevada, de 3,77% ante 4,42%. No grupo alimentação, pela segunda vez seguida houve queda no ritmo de alta, com a taxa passando de 1,52% para 1,18%.

    Alguns produtos são mantidos com preços mais altos por causa da intensidade das chuvas como é o caso das verduras, com correção de 15,07%. O alface subiu 17,11%  e a escarola, 19,75%. Entre os legumes, destaques para a vagem (26,91%) e abobrinha (21,25%). As carnes bovinas tiveram alta média de 0,42% e entre as peças mais nobres o aumento maior foi o do contrafilé (2,35%).

    No grupo habitação, o IPC  aumentou de 0,15% para 0,29%. Entre os fatores estão os gastos com o  Imposto Territorial e Urbano (IPTU). Em despesas pessoais ocorreu uma leve alta ( de 0,59% para 0,60%) e em saúde uma diminuição no rítmo ( de 0,26% para 0,23%).

    O único grupo com taxa negativa foi vestuário (-0,39%), porém, indicando recuperação de preços. Nas três pesquisas anteriores, as quedas tinham sido mais expressivas com (-0,68%), no fechamento do mês passado, (-0,49%) e  (-0,42%), na terceira e segunda prévias de janeiro, respectivamente.

    De acordo com as projeções dos analistas do mercado financeiro, conforme o boletim Focus, divulgado ontem (8), pelo Banco Central, o IPC da Fipe deve fechar o ano em 5,04%, um pouco acima do centro da meta estimado em 4,5% com possibilidades de oscilações em dois pontos para cima ou para baixo.
     

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