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Economia

Bush se reunirá com assessores para definir novos passos para combater crise

Arquivo Geral

29/09/2008 0h00

O presidente dos Estados Unidos, more about George W. Bush, viagra 100mg ficou “muito decepcionado” com a rejeição do plano de resgate financeiro na Câmara de Representantes, unhealthy e se reunirá hoje com seus assessores para determinar os próximos passos a serem dados, informou a Casa Branca.

Em rápidas declarações, o porta-voz da Casa Blanca Tony Fratto afirmou que “não resta dúvida de que o país atravessa uma crise difícil que deve ser combatida”.

Bush “se reunirá com sua equipe financeira hoje à tarde para determinar os próximos passos a serem dados. Também estará em contato com os líderes do Congresso”, acrescentou.

Antes, a Casa Branca tinha expressado sua confiança em que a Câmara de Representantes aprovaria hoje a Lei de Estabilização Financeira, que dá ao Tesouro até US$ 700 bilhões para resgatar a indústria financeira da crise.

Até muito pouco antes do início da votação, Bush fez telefonemas para pressionar diferentes legisladores sobre a necessidade de aprovar o projeto de lei, sem o qual a Casa Branca advertiu de que a economia do país poderia sofrer graves conseqüências.

No entanto, os representantes derrotaram o projeto final por 228 votos contra e 205 a favor, o que fez com que os índices das bolsas de Nova York desabassem.

Desde o começo da manhã, a Câmara de Representantes esteve imersa em um intenso debate sobre o projeto de lei, que foi pactuado durante o fim de semana por representantes do partido republicano e do democrata.

Em declaração no início da manhã, Bush tinha pedido ao Congresso para aprovar o pacote, o qual impediria, em sua opinião, que a crise se estendesse a toda a economia do país.

“O Congresso deve enviar um sinal firme aos mercados”, aprovando o projeto, cujo custo é calculado em US$ 700 bilhões, ressaltou o presidente em declaração na Casa Branca.

Para Bush, os dois partidos “alcançaram um acordo extraordinário para enfrentar uma situação extraordinária”, acrescentou.

“É uma legislação ousada que estabilizará os mercados financeiros”, disse.

Atualizada às 16h15

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