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Economia

Briga por isonomia com valor pago aos professores pode parar na Justiça

Arquivo Geral

17/04/2011 0h07

Sheila Oliveira
sheila.oliveira@jornaldebrasilia.com.br

 

Com a aprovação do reajuste para o auxílio-alimentação dos professores, de R$ 198 para R$ 304, que começa a valer a partir de julho, outras categorias de trabalhadores do GDF já começam a se organizar para conquistar os mesmo ganhos. E prometem lutar, inclusive na Justiça, para receber o mesmo aumento.

 

“A nossa expectativa é de que o aumento aprovado pelo governador seja repassado para o restante dos servidores.  Caso isso não aconteça vamos acionar na Justiça o direito de isonomia”, afirma Ismael José César, diretor da Central Única dos Trabalhadores no DF (CUT-DF).

 

De acordo com o sindicalista, a Lei 786 de 1994 que Tcriou o benefício do auxílio-alimentação é válida para todos os servidores  da administração direta, autarquia e funTdacional do GDF. “Dessa forma, o aumento concedido aos professores vale para as outras categorias”, afirma.

 

VALE-COXINHA

Há alguns anos os servidores públicos federais apelidavam o auxílio-alimentação de vale-coxinha, pois o valor do benefício, que variava de R$ 126 a R$ 161, o equivalente a R$ 5 ou R$ 7 diários, só dava para fazer um lanche. Com o reajuste de 103%, no ano passado, o teto mínimo passou a ser de R$ 303.

 

 

Leia mais na edição deste domingo (17) do Jornal de Brasília

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