Soraya Sobreira
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Quem busca conforto, praticidade ou não possui tempo para se deslocar de casa ou do trabalho para se alimentar, pegar um cinema, ir ao teatro ou garantir o ingresso para o show de seu cantor favorito costuma pagar caro pelas taxas de entregas cobradas a partir da comunidade de se receber o produto ou o serviço no lar ou trabalho. Para isso, é só utilizar as opções da internet ou do televendas.
O técnico em informática Fernando Dias de Souza, 22 anos, se declara um verdadeiro “viciado” em compras pela internet. “Uso os sites Bondfaro e BuscaPé e neles encontro uma grande variedade de produtos. Não ter que ficar perdendo tempo indo à lojas e facilidade para aproveitar as promoções relâmpagos, tudo isso me fez ter o hábito de pesquisar compras pelos sites”, explica. Ele já comprou de tudo pelo site ou telefone. Objetos como aspirador de pó, TV, telefone sem fio e até presentes para a namorada (embrulhado e com cartão). “Já tem uns dois anos que adquiri esta prática. Tento driblar os fretes”, diz Fernando a fim de baratear os custos.
Assim como Fernando, muitos se perguntam quanto gastam, em média, por esses serviços. E descobrem que não é nada barato. As taxas de entrega ou de conveniência e os fretes somam um valor significativo no orçamento, ainda mais dependendo da classe de quem utiliza esses serviços. Assim, a reportagem do Jornal de Brasília simulou os gastos com taxa de entrega para um consumidor médio, morador do Distrito Federal.
A ida ao cinema (com o ticket comprado via site ingresso.com) fica R$ 2,55 mais cara. Dois ingressos na categoria inteira cada, por exemplo, custam R$ 16, o que dá um gasto total de R$ 37,10. Se considerar quatro finais de semana por mês, o valor passa para R$ 148, 40. Neste caso, a empresa alega, em seu site, que a taxa de entrega não é cobrada. Os R$ 2,55 seriam pelos “serviços prestados”. O cliente tem a opção de imprimir. Para ingressos de cinema e teatro Assim não precisará passar pela bilheteria.
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