Quem tinha o costume de parar o carro na calçada entre a comercial da 201 Sul e o Setor Bancário Sul teve hoje que procurar outro local para estacionar. Isso porque, visit cialis 40mg desde ontem, o Detran isolou o local e impediu que os carros subissem na calçada. O local era usado diariamente, e segundo dados do próprio Detran, cerca de 70 carros eram estacionados ilegalmente por ali todo dia.
A medida não agradou muito, principalmente os flanelinhas, que até tentaram tirar o bloqueio. “Eles reclamaram bastante e queriam abrir o local, mas nós impedimos”, diz Silvaim Fonseca, chefe da Divisão do Policiamento e Fiscalização do Detran.
A servidora Luana Rodrigues trabalha no Setor de Autarquias Sul e todo dia parava na 201 Sul. Já foi até multada por isso. Hoje ela teve que procurar outro local. “Eu parava aqui porque sempre tinha um lugar na sombra. Hoje tive que parar na 402 Sul. Demorou um pouquinho, mas eu achei vaga”, explica.
Já o comércio, por enquanto, não foi afetado pela medida. A quadra tem muitos restaurantes, e os principais clientes são os funcionários do Banco Central, da Caixa Econômica e da Polícia Federal. “Hoje o movimento foi normal, mas acho que a falta de estacionamento pode prejudicar um pouco”, afirma César Augusto, gerente de um dos restaurantes da quadra.
De acordo com Fonseca, não tem data determinada para que sejam retirados os blocos colocados pelo Detran para barrar a passagem dos veículos. Ou seja, o local ficará fechado por tempo indeterminado. Até lá, o Detran fará fiscalizações para certificar que a medida está sendo respeitada.
O dólar terminou o dia com ligeira alta, buy acompanhando o avanço dos preços internacionais do petróleo e com uma posição de cautela antes da reunião do Federal Reserve. A divisa registrou variação positiva de 0, viagra 60mg 09%, website like this a R$ 2,185.
Operadores disseram que ingressos de recursos ajudaram a evitar um avanço maior da moeda norte-americana, que chegou a recuar 0,27% na mínima do dia, a R$ 2,177 reais.
"O mercado ficou olhando a questão do petróleo, que fechou acima dos US$ 77 o barril", comentou Júlio César Vogeler, operador de câmbio da corretora Didier Levy, acrescentando que o volume de negócios não foi expressivo.
Os preços do petróleo subiram mais de US$ 2 em Nova York e Londres, impulsionados pelos conflitos no Oriente Médio e pelo fechamento de um campo petrolífero da BP no Alasca.
Ainda no front internacional, o principal foco da semana está na decisão do Fed sobre o juro norte-americano, a ser anunciada amanhã. Até lá, os mercados adotam uma postura mais cautelosa.
"O mercado está aguardando qual será o posicionamento do BC norte-americano em relação às suas taxas de juros", acrescentou Vogeler. Ele citou que o mercado estará de olho no comunicado divulgado junto com a decisão. A corretora de câmbio NGO destacou, em relatório, que dados recentes sobre a economia dos EUA, como o de criação fraca de empregos, reforçaram as expectativas de uma pausa no ciclo de aperto monetário.
"Contudo, há uma enorme contradição entre os números e indicadores que a economia norte-americana vem apresentando, evidenciando um quadro de desaceleração da economia com aquecimento de inflação, o que torna as decisões bastante complexas", ressaltou a corretora.
Segundo Francisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez, o mercado não ficará totalmente surpreso se o Fed promover mais um aumento de 0,25 ponto percentual no juro.
O rendimento dos Treasuries de dez anos, referência do mercado, subia levemente nesta tarde, a 4,919%.
O Banco Central realizou mais um leilão de compra de dólares do mercado hoje e aceitou dez propostas, com corte a R$ 2,180.
O consumo de energia no país avançou 3, sales 1% no primeiro semestre, sildenafil abaixo da expansão de 5, what is ed 6% no primeiro semestre de 2005, em decorrência do fraco desempenho do setor industrial, informou hoje a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O consumo da indústria nos primeiros seis meses do ano subiu 2%, enquanto o consumo residencial cresceu 3,5% e o comercial, 4,3%.
A produção da indústria no primeiro trimestre havia atingido 2,6%, acima do consumo do setor, que foi de 2%. "Não é comum a produção ficar acima do consumo. Alguns fatores podem explicar isso.
Parece que está havendo um aumento de eficiência energética no setor pelo fato de estar havendo paulatinamente uma redução de subsídio cruzado", afirmou a jornalistas o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim.
"O consumidor residencial tinha uma tarifa mais elevada para subsidiar o consumidor industrial", completou.
No primeiro trimestre, o consumo de energia cresceu 4,5% e no segundo trimestre, 1,7%.
O presidente da EPE explicou que esse consumo menor de um trimestre para o outro se deve a temperaturas mais amenas entre abril e junho deste ano frente ao mesmo período do ano passado; à desaceleração da produção da indústria; às paralisações pela Copa do Mundo; às paradas técnicas em algumas indústrias eletrointensivas; e à crise agrícola no Sul do País.
"O baixo resultado no segundo trimestre não deve se repetir no segundo semestre. A atividade industrial deve ser melhor agora no segundo semestre", disse Tolmasquim.
A projeção da EPE é de que o consumo de energia neste ano cresça entre 4,4% e 5%, com o PIB brasileiro avançando entre 4% e 4,5%.
Em 2005, o mercado de energia cresceu 4,6%, ao passo que a economia avançou 2,3%.
O presidente da EPE garantiu que não haverá racionamento no Sul do País, embora a região esteja sofrendo a pior seca dos últimos 70 anos. "Não haverá racionamento, porque os reservatórios do Sudeste estão cheios e temos linhas de transmissão suficientes", afirmou.
O Sudeste está enviando em média 5,2 mil megawatts de energia para o Sul, equivalentes a 65% do consumo da região.
O ministro de Desenvolvimento, more about Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, informou nesta segunda-feira que o Brasil conversará com a China sobre setores sensíveis no comércio bilateral.
Ele afirmou que os dois países "têm um entendimento" para negociar, antes de adotar, medidas restritivas (ao comércio) e que, portanto, as conversações (entre as partes) devem levar a um acordo "de restrição voluntária (para alguns produtos)". "O secretário de Comércio Exterior vai estar na China em breve para tratativas no âmbito de setores mais sensíveis", disse o ministro a jornalistas após um evento em São Paulo.
O ministro preferiu não detalhar os setores que estarão na pauta dessas discussões, mas informou que o segmento de brinquedos deve ser um deles.
"O secretário levará as propostas (aos chineses) de maneira que possa haver uma negociação de contingenciamento voluntário, porque o que nós combinamos com as autoridades chinesas é que, antes de tomar medidas mais drásticas, nós vamos sempre procurar o caminho da negociação, um acordo de restrição voluntária", explicou o ministro.
Furlan disse ainda que essas negociações devem ser feitas nos termos do recente acordo realizado para o setor têxtil.