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Economia

Brasil abre 228 mil vagas formais em março, segundo Caged

No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é de 1,1 milhão de empregos formais criados, que totalizam 49 milhões de vínculos

Redação Jornal de Brasília

29/04/2026 15h13

carteira de trabalho desemprego emprego

Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

LUANY GALDEANO
FOLHAPRESS

O Brasil gerou 228,2 mil vagas de trabalho formal em março, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). O número representa um aumento na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando houve apenas 79 mil postos criados.

Em março, o país teve 2,5 milhões de contratações e 2,2 milhões de desligamentos. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é de 1,1 milhão de empregos formais criados, que totalizam 49 milhões de vínculos.

Esse saldo representa uma queda na comparação com o mesmo período do ano passado, entre abril de 2024 e março de 2025, quando o acumulado era 34,3% maior, com 1,6 milhão de novos postos de trabalho.

O resultado para março também está um pouco abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março de 2025, o acumulado foi de 675 mil empregos formais criados, enquanto, no mesmo período deste ano, o número foi de 613 mil.

O setor com maior número absoluto de novas vagas foi o de serviços, com 152 mil postos formais, seguido pelo setor de construção, com mais 38,3 mil, e indústria, com 28,3 mil.

No setor de serviços, houve alta no segmento de atividades administrativas, com mais 38,7 mil postos, seguido pelo de saúde humana e serviços sociais, que teve aumento de 22,3 mil.

Dentre os setores, a agropecuária foi o único que registrou saldo negativo, com menos 18 mil postos formais de trabalho. Segundo o MTE, a queda maior foi para os cultivos de maçã, soja e laranja.

Por estado, as maiores altas foram no Acre (AC), onde houve aumento de 0,92% no total de empregos formais, seguido por Roraima (RR), com 0,88%, e Piauí (PI), com 0,86%.

Já os menores saldos foram em Alagoas, com queda de 1,10%, Mato Grosso, com redução de 0,17% e Sergipe, com menos 0,09%.

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