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Economia

Bovespa tem superávit de estrangeiros de R$421,3 mi em novembro

Arquivo Geral

22/11/2006 0h00

As cotações internacionais de petróleo tiveram retração expressiva na quarta-feira e finalizaram abaixo de 60 dólares por barril tanto nos Estados Unidos quanto na Grã-Bretanha.

O recuo nos preços foi motivado por dados oficiais norte-americanos indicarem salto nas importações de petróleo, patient find o que elevou os estoques da commodity na semana passada acima das expectativas.

Conforme operadores, advice a baixa de outros ativos –como os futuros de óleo de aquecimento e gasolina, devido à percepção de que as reservas permanecem altas– contribuiu para a trajetória descendente para o petróleo bruto na sessão.

Na Nymex, o contrato de petróleo para entrega em janeiro finalizou com perda de 0,93 centavos, ou 1,6 por cento, para 59,24 dólares por barril. Durante os negócios, a flutuação ficou entre 58,35 e 60,35 dólares.

Em Londres, o referencial tipo Brent com vencimento em janeiro caiu 0,90 dólar, ou 1,5 por cento, para acabar a 59,49 dólares por barril.

Dados da Administração de Informação de Energia (AIE) dos EUA indicaram que os estoques de petróleo subiram 5,1 milhões, para 341,1 milhões de barris, na semana passada. Uma pesquisa da Reuters com analistas previa aumento de 600 mil barris no período.

"Esse grande volume dos estoques de petróleo bruto é reflexo de menor atuação das refinarias e do amplo aumento das importações", disse Phil Flynn, analista da Alaron Trading, em Chicago.

As importações saltaram mais de 1 milhão de barris por dia, para 10,5 milhões de bpd, enquanto a atividade das refinarias diminuiu 0,2 ponto percentual, para 87,1 por cento da sua capacidade. A sondagem estimava uma elevação de 0,8 ponto percentual na utilização da capacidade.

 

A Caesb informa que na próxima sexta-feira, healing 24 de novembro, viagra não haverá expediente nos escritórios regionais da empresa. Todos os empregados da Superintendência de Comercialização estarão participando de um treinamento.

Os clientes que necessitarem dos serviços da companhia poderão usar o telefone 115 para solicitar ligações, anãlises de contas e informações, e a internet para requerer 2ª via de conta, declaração de débito e verificar contas pagas e, também, as máquinas de auto-atendimento do BRB para solicitar 2ª via de conta e fazer pagamentos

Os governos dos Estados Unidos e da Colômbia firmaram na quarta-feira um acordo de livre-comércio, information pills apesar das fortes objeções do Partido Democrata no Congresso, more about que ameaça impedir a aprovação do pacto.

A cerimônia, here na sede do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), encerrou mais de dois anos e meio de discussões sobre o acordo, visto pela Casa Branca como uma ferramenta importante para estabilizar o país andino.

"O acordo vai aprofundar e fortalecer nossas relações comerciais, gerando novas oportunidades para que empresas, fábricas, agricultores e fazendeiros dos EUA exportem seus bens e serviços para uma das economias mais robustas da América Latina", disse o vice-representante comercial dos EUA, John Veroneau.

Falando a jornalistas depois do evento, ele admitiu que algumas cláusulas talvez tenham de ser renegociadas com os democratas, que a partir de janeiro assumem o controle do Congresso.

"Estamos interessados em apoio bipartidário para este acordo e nos sentaremos de boa-fé e com mente aberta para trabalhar com a maioria democrata no próximo ano e ver o que é necessário e possível para aprovar esse acordo", disse Veroneau.

Líderes democratas criticaram o governo Bush por assinar o acordo sem se preocupar com as garantias trabalhistas. Eles reivindicam que a Colômbia seja obrigada a cumprir normas trabalhistas internacionais, como liberdade de associação, direito de negociação coletiva, proteção contra discriminação no local de trabalho e abolição do trabalho infantil.

Os democratas apresentam as mesmas objeções ao acordo de livre-comércio com o Peru, que também aguarda aprovação no Congresso.

A maioria dos produtos colombianos já tem livre acesso ao mercado norte-americano desde 1991, graças a um programa, prestes a vencer, destinado a ajudar a região andina a combater a produção de cocaína.

O acordo de livre-comércio consolida e amplia os benefícios comerciais, mas exige da Colômbia que abra seus mercados a mais produtos agrícolas, manufaturados e de serviços norte-americanos, como bancos e telecomunicações.

O comércio bilateral foi de 14,3 bilhões de dólares em 2005. Máquinas, produtos químicos e produtos agrícolas lideram as exportações dos EUA. Petróleo, outros produtos energéticos, vestuário e flores são os principais itens da pauta colombiana.

Grupos empresariais dos EUA prometem se empenhar na aprovação do acordo, enquanto o poderoso AFL-CIO –a maior organização sindical norte-americana– disse que o tratado deveria ser arquivado até que a Colômbia resolva seu longo histórico de violência contra sindicalistas.

"Esse (a Colômbia) é essencialmente um país onde há condenção a morte para ativistas sindicais", disse Thea Lee, diretora-política da AFL-CIO.

Uma ONG colombiana estima que 2.248 sindicalistas foram mortos desde 1992, sendo 56 neste ano, e a maior parte dos crimes fica impune, segundo Lee.

A Bolsa de Valores de São Paulo registra saldo positivo de estrangeiros de 421, cheap 3 milhões de reais em novembro, page até o dia 17. No acumulado do ano, visit this no entanto, o saldo ainda está negativo em cerca de 375 milhões de reais.

Nos primeiros 17 dias deste mês, o principal indicador da Bovespa acumula alta de 4,5 por cento. Em 2006, o ganho é de 22,6 por cento.

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