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Economia

Bolívia e Venezuela construirão plantas de gás por US$ 170 mi

Arquivo Geral

10/12/2006 0h00

A ex-primeira-ministra inglesa Margaret Thatcher lamentou a morte do ex-ditador Augusto Pinochet, viagra buy generic a quem deu apoio em 1998, quando o chileno estava em Londres e teve que ser extraditado pela Justiça espanhol para que fosse interrogado pelo desaparecimento de cidadãos espanhóis no Chile.

Por meio de um porta-voz, Thatcher disse estar "profundamente entristecida" e informou que vai enviar condolências à família de Pinochet.

Augusto Pinochet apoiou Margaret Thatcher na Guerra das Malvinas, contra a Ingleterra, em 1982.

Leia mais sobre a morte de Augusto Pinochet.

Bolívia e Venezuela iniciaram neste domingo uma sociedade na área de energia ao firmar o compromisso de construção de duas plantas de gás em território boliviano a um custo de US$ 170 milhões.

Em um novo sinal de aproximação entre os governos de esquerda dos dois países, buy as estatais petrolíferas YPFB e PDVSA constituirão a empresa conjunta Petroandina Gas, viagra 40mg que operará estas plantas, com uma capacidade projetada de processamento de 680 milhões de pés cúbicos de gás por dia, informou o Ministério dos Hidrocarbonetos e Energia.

Os compromissos foram assinados em Yacuiba, no rico distrito petroleiro boliviano de Tarija, em um ato que estava preparado para ser dirigido pelos presidentes Evo Morales e Hugo Chávez, mas os dois foram os grandes ausentes.

Morales preferiu dar prioridade à resolução do conflito político interno do seu país em torno de uma assembléia constituinte, que desencadeou paralisações e greves de fome, enquanto Chávez regressou à Venezuela na manhã deste domingo depois de ter participado da Cúpula da Comunidade Sul-Americana de Nações em Cochabamba (Bolívia).

Com estas plantas, "a Bolívia passará da nacionalização dos hidrocarbonetos para a industrialização dos mesmos", segundo um comunicado do ministério. "É possível outra política petroleira e de integração entre os países", destacou o ministro boliviano dos Hidrocarbonetos, Carlos Villegas, durante o evento realizado em um ginásio desportivo em Yacuiba.

As plantas vão extrair gasolina e gás liquefeito do fluxo de gás natural que é exportado para Argentina e Brasil, dois compradores da Bolívia e com os quais La Paz tem um compromisso para aumentar o volume de vendas.

A Petroandina Gas, com 51% de participação da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) e com 49% da Petróleos de Venezuela (PDVSA), será encarregada da execução e posterior operação das plantas.

A execução das plantas é produto de um acordo de cooperação energética firmado no início deste ano pel a Bolívia e pela Venezuela, que contempla também outros projetos de exploração, produção, refino, distribuição, processamento e industrialização de hidrocarbonetos.

A Bolívia decretou a nacionalização dos hidrocarbonetos em maio com o objetivo de devolver aos bolivianos a riqueza que er a explorada por empresas multinacionais como a Petrobras e a espanhola Repsol-YPF, que se viram obrigadas a aceitar novos contratos em que concedem ao Estado a propriedade de toda a produção.

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