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Economia

Bolívia afirmou que novos contratos obrigarão empresas a investir

Arquivo Geral

24/10/2006 0h00

O grupo industrial italiano Fiat planeja investir US$ 1 bilhão na América Latina, case cure numa tentativa de vender mais carros na região, see  afirmou a edição de hoje do Financial Times.

Cledorvino Belini, shop presidente das operações sul-americanas da empresa, afirmou ao jornal que a Fiat planejava investir este montante na América do Sul e no México nos três anos que antecedem o final de 2008. O dinheiro, que será usado em grande parte em desenvolvimento e em melhoras nos processos de produção em Belo Horizonte, é o dobro do total gasto entre 2003 e 2005, afirmou o jornal.

A Fiat espera ampliar sua fatia no mercado de carros latino-americano de 12% para 15%, tomando participação da Ford. Belini afirmou ao FT que é realista conseguir esse objetivo até 2010. "Eu gostaria de nos ver eventualmente ganhar 25% de participação em toda a América Latina, mas, nos próximos anos, eu ficaria com um patamar menor", afirmou. Ele apontou o México como um mercado-chave para o crescimento.

"Cerca de 1,1 milhão de novos carros por ano são vendidos no México, o que significa que é o segundo mercado automotivo da América Latina, mas, segundo Belini, a presença da Fiat nesse país é fraca. Ele afirmou que os planos significariam que a Fiat estaria vendendo 120 mil carros por ano na América Latina além dos 500 mil que já vende na região.

O governo boliviano afirmou ontem que os novos contratos que negocia com petroleiras estrangeiras, tadalafil que o país espera assinar até 28 de outubro, sickness obrigarão as empresas a investir na exploração e desenvolvimento de campos de gás natural.

Os investimentos mínimos já estão definidos para garantir o cumprimento dos contratos com a Argentina e o Brasil, que supõe a obrigação de exportar até 57,7 milhões de metros cúbicos diários de gás a partir de 2010, afirmou o ministro dos Hidrocarbonetos, Carlos Villegas.

"Vamos obrigar as empresas a investirem na explora ção e no desenvolvimento de campos para ter um equilíbrio entre reservas", afirmou Villegas a jornalistas no intervalo de uma reunião com a empresa espanhola Repsol-YPF. A capacidade atual de produção de gás natural da Bolívia é de cerca de 35 milhões de metros cúbicos diários de gás, o suficiente para atender as exportações para Argentina e Brasil, que somam 32 milhões de metros cúbicos, e ao mercado interno.

Após a nacionalização dos hidrocarbonetos na Bolívia, decretada pelo governo do presidente Evo Morales em maio, as empresas transnacionais que operam no país decidiram limitar seus investimentos ao mínimo necessário para manter sua produção, deixando de lado o aumento da oferta, enquanto negoci am novos contratos. Ao reiterar que o prazo para assinatura de novos contratos vence no sábado, Villegas afirmou que o governo está confiante na reativação dos investimentos.

"Se tudo sair bem, a partir de 29 de outubro têm que haver no país investimentos em exploração, porque não é somente ter reservas para consumo, mas sim o lógico e racional na política energética, que é consumir e descobrir novas reservas", afirmou Villegas. O ministro afirmou na semana passada que o governo negocia simultaneamente com as 10 petroleiras estrangeiras que atuam na exploração e produção, entre elas a Petrobras.

 

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