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Economia

BC do Japão mantém juros entre zero e 0,1% ao ano

Arquivo Geral

20/05/2011 7h55

O comitê de política monetária do Banco do Japão (BOJ, o banco central do país) decidiu manter sua política monetária frouxa, embora um dos vice-presidentes da instituição, que havia defendido um afrouxamento maior na reunião anterior, não tenha repetido essa proposta no encontro deste mês. No fim da reunião de dois dias, o comitê decidiu por unanimidade manter a taxa básica de juros na faixa de zero a 0,1% ao ano.

O vice-presidente do BOJ, Kiyohiko Nishimura, não voltou a defender a ampliação do programa de compra de ativos em 5 trilhões de ienes, proposta que ele havia feito na reunião anterior do comitê, em 28 de abril. Naquela ocasião, a ideia foi rejeitada por 8 votos a 1. O banco central já duplicou a compra de ativos para 10 trilhões de ienes nos dias que se seguiram ao terremoto de 11 de março, a fim de amenizar o impacto da devastação no norte do país.

O BOJ vem comprando uma série de ativos financeiros – desde títulos do governo e de empresas até fundos de índice (ETFs, na sigla em inglês) e fundos de investimento imobiliário (REITs, na sigla em inglês) – numa tentativa de diminuir as preocupações dos investidores. O banco central também manteve sua avaliação a respeito do país, dizendo que “a economia do Japão enfrenta fortes pressões negativas, principalmente no lado da produção, devido aos efeitos do terremoto”. As informações são da Dow Jones.

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    28/04/2011 11h10

    Os membros do conselho diretor do Banco do Japão (BOJ, o banco central japonês) votaram unanimemente pela manutenção da taxa básica de juros entre 0,0% e 0,1% ao ano. A instituição também deu detalhes da linha de crédito especial criada no começo deste mês para facilitar o fluxo de capital para as regiões atingidas pelo terremoto de 11 de março, que foi seguido por um tsunami.

    Sob o programa, o BOJ vai oferecer 1 trilhão de ienes (US$ 12 bilhões) em empréstimos de um ano com juro de 0,1% para empresas financeiras com filiais nas áreas afetadas. O conselho do banco central decidiu na reunião que cada banco participante poderá tomar emprestado um máximo de 150 bilhões de ienes. As solicitações para os recursos deverão ser feitas até o fim de outubro deste ano.

    Em um movimento inesperado, o BOJ informou que o vice-presidente da instituição, Kiyohiko Nishimura, propôs na reunião que o tamanho do programa de compra de ativos do banco central fosse expandido para 15 trilhões de ienes, dos atuais 10 trilhões de ienes. A proposta foi rejeitada pela maioria dos votos, segundo o BOJ. As informações são da Dow Jones.

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