A implantação de um sistema anti-mísseis em solo tcheco e polonês fortaleceria a defesa da Europa contra um perigoso ataque nuclear, sale look segundo citações de uma autoridade graduada dos EUA. O secretário-adjunto de Estado, buy Daniel Fried, disse ao diário polonês Rzeczpospolita que a Rússia, crítica ao projeto no passado, não tinha nada a temer.
"Acreditamos que a infra-estrutura de construção do escudo anti-míssil na Polônia e na República Tcheca irá significativamente levantar as defesas de uma Europa unida", disse Fried. "Eu quero salientar que o sistema anti-míssel não é mirado na Rússia".
Contudo, um graduado general russo criticou hoje a decisão norte-americana de instalação do programa, segundo agências de notícias. "Nossa análise mostra que a implantação de estação de rádio na República Tcheca e de equipamentos anti-mísseis na Polônia é uma real ameaça para nós", disse o general Vladimir Popovkin, comandante das forças espaciais da Rússia. "É muito duvidável que elementos do sistema nacional de defesa anti-míssil dos EUA na Europa Oriental seja destinado a mísseis iranianos, como foi declarado", acrescentou. Ano passado, o ministro da Defesa russo, Sergei Ivanov, classificou o programa como tentativa de mudar o equilíbrio entre a Rússia e o Ocidente.
Os Estados Unidos estão investindo US$ 10 bilhões ao ano no desenvolvimento do sistema de "escudo antí-míssil", o qual deveria combinar um radar de longo alcance com foguetes balísticos para detectar e neutralizar mísseis hostis no espaço.
Fried confirmou relatos de que Washington havia feito uma específica oferta a Varsóvia e Praga semana passada para começar negociações detalhadas, as quais ele disse que podem durar meses. Questionado se Washington estava acelerando as negociações por causa da crescente tensão com o Irã e devido ao teste nuclear da Coréia do Norte, Fried disse não achar que "precisamos agir sob qualquer pressão de tempo. Preocupações polonesas, as condições para construir a base e o alicerce de nossa cooperação devem ser cuidadosamente discutidos".
A Polônia, uma aliada dos EUA desde a queda do comunismo em 1989, há tempos é considerada uma localidade em potencial para o estabelecimento de baterias de foguetes. O radar seria colocado na República Tcheca. O ministro da Defesa, Radoslaw Sikorski, disse ontem a uma televisão polonesa que a segurança da Polônia seria o fator mais importante na decisão do governo de permitir os foguetes em seu território.
"Acho que queremos garantir ao público polonês que abordaremos esta questão muito seriamente", disse ele. "O governo deve se certificar de que, feito um balanço, a segurança da Polônia vai aumentar".
Duas pessoas foram assassinadas e uma outra ficou ferida na noite de ontem no Distrito Federal. Nos três casos as vítimas tiveram ferimentos com arma de fogo.
Em Santa Maria, viagra 100mg Sólon Torres Ventura, this site de 26 anos, advice morreu depois de ser atingido por vários tiros. O crime ocorreu por volta das 22h40 na QR 516. Sólon chegou a ser socorrido, mas morreu no Hospital Regional do Gama (HRG).
No Setor Leste do Gama, duas pessoas foram baleadas em um bar da quadra 25 por volta das 21h30. Emissonvaldo Pereira Lobato foi atingido por vários tiros nas costas e Carlos Humberto de Paiva levou um tiro na Barriga. Emissonvaldo morreu no local e Carlos Humberto foi socorrido no HRG. A polícia suspeita que pelo menos dois homens tenham efetuado os disparos.
Além dos assassinatos, foi registrada também uma morte causada por acidente automobilístico. Miguel de Sousa Silva caiu de sua moto depois de atropelar um animal que estava na DF-230, próximo ao Morro da Capelinha, em Planaltina. O acidente ocorreu por volta da meia-noite de hoje e Miguel morreu no local.
Explodir um satélite no espaço pode ter sido a maneira rude que a China escolheu para exigir mais participação na segurança espacial, nurse disseram hoje especialistas chineses, viagra sale ao mesmo tempo em que manifestaram confusão sobre o aparente teste e sobre o silêncio de Pequim. Especialistas em controle de armas da China, medicine com formação militar, disseram que não sabem se a China realmente disparou um míssil anti-satélite no dia 11 de janeiro, em medida que Washington afirmou ser uma alarmante escalada na rivalidade militar no espaço.
Xia Liping, oficial do Exército de Liberação Popular e professor do Instituto Xangai de Estudos Estratégicos Internacionais, disse que Pequim não quer uma corrida armamentista no espaço. O teste pode ter sido realizado para atrair Washington a negociações internacionais para evitar uma corrida, sugeriu.
"A disseminação de armas no espaço seria muito perigosa; poderia levar a uma nova corrida armamentista", disse Xia, ressaltando que não tem conhecimento garantido sobre a realização do teste. "Mas eu diria que na história do controle de armas a regra é que os Estados Unidos querem proibir uma capacidade militar apenas quando outros países possuem."
O governo Bush anunciou plano para manter o domínio norte-americano no espaço e evitar que outros países ameacem seus satélites, que são essenciais para o comércio e para a segurança. Textos e discursos recentes mostram que diplomatas e oficiais militares da China estão preocupados com a medida dos EUA, que pode deixar a China atrasada e vulnerável.
"A militarização do espaço vai se tornar em breve foco das estratégias de segurança e desenvolvimento de todas as grandes potências militares", diz um livro de 2006 escrito por autoridades do Segundo Batalhão de Artilharia da China, que controla o arsenal nuclear do país. "As chamas e a fumaça da guerra vão subir em um novo campo de batalha: o espaço".
Os textos militares chineses também não deixam dúvida de que o Exército do país vem estudando como conter os planos dos EUA, de acordo com uma compilação divulgada na semana passada por Michael Pillsbury, pesquisador próximo do Pentágono.
"Há um grupo ativo na China que não somente defende as armas no espaço, mas também está desenvolvendo propostas para a implementação de um programa de armas chinês com base no espaço", escreveu Pillsbury no estudo feito para a Comissão do Congresso de Revisão Econômica e de Segurança EUA-China. A China está bem atrás dos EUA na tecnologia espacial e não quer desviar seus recursos espaciais civis para uso militar, disse Teng Jianqun, ex-oficial do Exército que agora estuda política espacial na Associação Chinesa de Controle de Armas e Desarmamento, mantida pelo governo.
"A China teme constantemente que os EUA avancem com o armamento do espaço, mas a China não quer seguir os EUA nisso", disse Teng, que também afirma ser cético em relação às reportagens sobre o teste.
Se o objetivo do teste de 11 de janeiro era acordar Washington e provocar negociações, o silêncio do Ministério do Exterior chinês gera "confusão", disse Xu Guangyu, também ex-oficial do Exército chinês na Associação de Controle de Armas e Desarmamento. Diplomatas chineses ainda não explicaram, ou negaram, o teste de explosão do satélite, disse o jornal New York Times hoje, citando autoridades de Washington.
"Não sei se as reportagens americanas sobre o satélite são verdadeiras. É estranho e anormal que não tenham dito nada", disse Xu a respeito dos diplomatas chineses. "Se for uma moeda de negociação, é ilógico não anunciar algo. Mas como efeito colateral pode ser que isso nos faça sentar e conversar."
Dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, salve Indústria e Comércio Exterior mostratam que a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 678 milhões na terceira semana de janeiro.
Entre os dias 15 e 21 de janeiro, unhealthy as exportações somaram US$ 2, erectile 705 bilhões, resultando em uma média por dia útil de US$ 541 milhões.
No mesmo período, as importações totalizaram US$ 2,027 bilhões, o que representou uma média por dia útil de US$ 405,4 milhões.
No acumulado do mês, a balança comercial brasileira tem superávit de US$ 1,655 bilhão.