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Economia

As mulheres entre 30 e 39 anos são as que mais devem, segundo o SPC

Arquivo Geral

19/01/2011 7h53

Soraya Sobreira
soraya.sobreira@jornaldebrasilia.com.br

 

Exatamente 138.979 brasilienses começaram o ano em débito, ou seja, com o nome incluído no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A mais recente pesquisa do órgão sobre sexo e faixa etária dos consumidores no Distrito Federal aponta que a maior parte destes devedores são mulheres, 54,22%, com faixa etária entre 30 e 39 anos, 27,40%. Os homens representam 45,78%. Em relação à faixa etária, segue os consumidores de 40 a 49 anos, 24,33%, depôs entre 50 e 64 anos, 15,46%, entre 25 e 29 anos 12,18%, entre 18/24 anos 4,55% e maior de 65 anos 5,88%.

 

O balanço foi divulgado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). A inadimplência no comércio do DF em dezembro mês ficou em 4,3%, o menor índice apresentado no ano. Em dezembro de 2009, o índice foi de 4,4%. O presidente da CDL, Geraldo Araújo, afirma que o índice confirma a queda registrada no último trimestre do ano, quando os consumidores negociam e pagam dívidas, para comprar novamente. “Registramos maiores altas no primeiro semestre do ano e índices mais baixos no segundo semestre, com uma média de inadimplência de 5% no ano de 2010, o que foi muito positivo para o comércio”, diz.

 

O SPC fechou o ano registrando um índice de 4,7% em volume de negócios, uma queda de 0,3% em relação a 2009. “Só divulgaremos o final das apurações no próximo dia 25 deste mês”, avisa o presidente da CDL. Em termo de crescimento de vendas foi registrada alta de 0,2%. Mas conforme revela o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor em 2010 a variação da inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 6,3% na comparação com 2009. Com base neste levantamento, a elevação foi superior à verificada em 2009, ano dos impactos da crise financeira internacional no Brasil, quando houve crescimento de 5,9%, na relação com 2008. “O consumidor se sentiu mais confiante em 2010 devido à grande oferta de créditos. Assim como o número de empregos cresceu”, explica Carlos Henrique de Almeida, assessor econômico da Serasa.

 

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (19) do Jornal de Brasília

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