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Economia

Alckmin diz que Brasil usará reciprocidade em ‘momento adequado’ após novas tarifas dos EUA

Ao lado de Alckmin e Durigan estavam os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Márcio Elias Rosa (Indústria, Comércio e Serviços) e João Paulo Capobianco (Meio Ambiente).

Redação Jornal de Brasília

16/07/2026 19h41

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

MARCOS HERMANSON E NATHALIA GARCIA
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) descreveu o tarifaço imposto ao Brasil pelos Estados Unidos como medida “injusta e descabida”.


Em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (16), Alckmin repetiu argumentos já utilizados pelo governo brasileiro na discussão do tarifaço, lembrando que os EUA têm superávit comercial com o Brasil, e que o Pix, um dos alvos da gestão Donald Trump, não prejudicou empresas de cartão de crédito.


O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o ato “se trata de interferência externa indevida”. O chefe da equipe econômica também abordou o tema do ponto de vista político, referindo-se às novas tarifas como “muleta eleitoral”.


Ao lado de Alckmin e Durigan estavam os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Márcio Elias Rosa (Indústria, Comércio e Serviços) e João Paulo Capobianco (Meio Ambiente).

Durigan disse que o governo reforçará o Brasil Soberano, uma linha de crédito para exportadores afetados pelo tarifaço e pela guerra no Irã, e disse que os ministros levarão a opção pela Lei de Reciprocidade ao presidente Lula, a quem caberá a decisão final.

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