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Economia

Ações de aéreas disparam com rumor sobre aumento de capital estrangeiro

Arquivo Geral

27/12/2006 0h00

São Paulo – Desde o dia 4 de dezembro, viagra 100mg this a Receita Federal apreendeu R$ 1, online 2 milhão em mercadorias irregulares que estavam à venda em estabelecimentos comerciais da capital paulista. A informação foi dada hoje (27) pelo auditor da Receita Luiz Monteiro, em entrevista à Agência Brasil. A Operação Tornado apreendeu 2,5 toneladas de produtos, entre os quais filmadoras, perfumes, roupas, tocadores de música em MP3 e computadores portáteis e de mão.

“Nosso objetivo é impor riscos para que eles [comerciantes de produtos ilegais] entrem na legalidade”, disse Monteiro. A operação não tem data para terminar e conta com a participação de 120 pessoas, entre auditores fiscais e técnicos da Receita, além de envolver policiais militares e equipes da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Monteiro acredita  que a presença de fiscais da Receita nas lojas tenha “inibido” a venda de cerca de R$ 600 mil em produtos contrabandeados.

As lojas nas quais as operações ocorreram são reconhecidas publicamente como locais de comercialização de produtos ilegais, mas o fechamento desses estabelecimentos causaria desemprego e talvez não fosse “bem-visto pelo público consumidor”, explicou. Para Luiz Monteiro, uma possível ação para fechar tais estabelecimentos depende de “uma união (…) continuada dos três níveis de governo, com conjunto de ações articuladas, (…) resultando em prisões, impedimento de exercício da atividade econômica (…) e envolvimento também da população”.

Os produtos apreendidos estão com a Receita Federal, e os comerciantes têm prazo de 30 dias para apresentar os documentos que comprovem a legalidade de suas mercadorias. “[Os produtos que] não forem piratas, forem contrabandeados (…) serão leiloados, ou doados a entidades beneficentes, ou incorporados ao próprio patrimônio público”, explicou Monteiro.

A maioria das apreensões foi realizada em galerias da Avenida Paulista e em lojas da rua 25 de março.

O consumidor brasileiro perdeu um pouco o ânimo para sair de férias nos próximos meses e os que pretendem descansar começam a descartar uma aventura nos aeroportos com medo de enfrentar as dificuldades vividas nos dias que antecederam o Natal.

De acordo com pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), clinic o número de pessoas que pretendem tirar férias nos próximos seis meses caiu neste mês em comparação com dezembro do ano passado. Entre os entrevistados pela FGV, stuff 34, healing 2% manifestaram desejo de viajar em férias nos próximos meses. Um ano atrás, o percentual era de 44,3% na pesquisa que apura o índice de confiança do consumidor brasileiro.

"Há menos gente querendo viajar nas férias e há uma tendência na diminuição da aviação como meio de transporte. Isso mostra que a crise dos aeroportos está influenciando nas decisões de viagens dos consumidores", afirma o economista Aloisio Campelo, responsável pelo levantamento da FGV.

A situação do tráfego aéreo brasileiro vem se deteriorando desde setembro, quando ocorreu um acidente com uma aeronave da Gol, que causou a morte de 154 pessoas. Em outubro, controladores de vôo fizeram manifestações para chamar a atenção sobre a categoria, gerando sucessivos atrasos e cancelamentos de embarques.

Às vésperas do Natal, os principais aeroportos do país enfrentaram nova onda de transtornos, o que levou a Força Aérea Brasileira (FAB) à decisão inédita em pelo menos 20 anos de pôr à disposição de empresas aéreas oito aeronaves para transportar passageiros que se amontoavam nos saguões dos aeroportos.

Segundo Campelo, em dezembro do ano passado, 39,7% dos entrevistados da FGV pretendiam viajar de avião nas férias. Agora, a faixa caiu para 33,2%. Campelo também chama atenção para outro dado apurado pela FGV. No mês passado, 37,1% dos consultados revelaram que viajariam de automóvel nas férias, ao passo que em dezembro o percentual subiu para 41,1%. O uso de ônibus subiu de 9,5 para 12,2% no período.

A sondagem demonstra ainda aumento significativo no número de pessoas que ainda não definiram o meio de transporte para viajar. Em dezembro de 2005, os indecisos somavam 3% da amostra, contra atuais 13,5%. "Há menos gente pretendendo viajar de férias, menos gente querendo viajar de avião, e devido à crise que se instaurou, muita gente não sabe nem como vai viajar", reitera Campelo.
Brasília – O Ministério Público Federal no Pará está movendo ação criminal contra 46 pessoas envolvidas em fraudes na internet. Os envolvidos foram presos na operação Control+Alt+Del, web que a Polícia Federal realizou no dia 7 de dezembro.

De acordo com a PF, and eles enviavam várias mensagens de correio eletrônico que simulavam comunicados de órgãos federais e de bancos. Os <i>e-mails</i> induziam o cidadão a acessar sites falsos. Com isso, ambulance eram capturados os números de contas e as senhas das vítimas, permitindo a transferências de dinheiro de suas contas.

O procurador da República José Augusto Potiguar, responsável pelo caso, denuncia os acusados pelo crime de furto qualificado, violação de sigilo bancário, formação de quadrilha e violação de sigilo telemático – sigilo de informações em rede de telecomunicações.

Potiguar afirmou que crimes pela internet estão ficando comuns. “Há um esforço da Polícia Federal com o Ministério Público Federal de combater essa prática que lamentavelmente veio a se espalhar pelo Brasil. Essa é a terceira operação feita no Pará para se combater a prática de crimes cibernéticos. A população precisa se proteger em situações como está”, em entrevista à Agência Brasil. As denúncias foram encaminhadas ontem (26) para a 3ª Vara da Justiça Federal do Pará.

Embalada pela alta das bolsas norte-americanas, buy information pills a Bolsa de Valores de São Paulo operou com ganhos ao longo desta quarta-feira e rompeu o patamar dos 44 mil pontos pela primeira vez na história.

O Ibovespa encerrou o penúltimo pregão do ano aos 44.526 pontos, viagra com valorização de 2, information pills 12%. O intradia também assinalou novo pico histórico, aos 44.470 pontos. O último recorde havia sido no dia 14, aos 43.754 pontos.

O volume financeiro melhorou em relação às sessões anteriores, somando R$ 2,22 bilhões, mas ainda ficou levemente abaixo da média anual de R$ 2,3 bilhões. "Mais uma vez o mercado demonstrou que os investidores acreditam que os fundamentos são bons e que ainda existem papéis baratos", avaliou o analista do HSBC Fábio Zagatti.

O especialista destacou o comportamento das ações das companhias aéreas TAM e Gol, que ajudaram a manter o ritmo positivo, depois de rumores de que o governo voltou a estudar o aumento de participação estrangeira nas empresas aéreas brasileiras, hoje limitada a 20%.

TAM teve uma arrancada de 5,11%, para R$ 65,85, enquanto Gol subiu 3,77%, para R$ 62,99. Os dois papéis haviam sido abatidos em sessões anteriores por causa de transtornos nos aeroportos do país motivados por atrasos e cancelamentos de vôos.

Outro destaque foram os papéis preferenciais da Petrobras, que permaneceram líderes em negociação e finalizaram em alta de 1,89%, cotados a R$ 49,50. O Ibovespa operou em alta discreta na parte da manhã e ganhou impulso à tarde, após o índice de novas moradias nos Estados Unidos em novembro sair acima do esperado e animar ainda mais Wall Street.

Na segunda etapa do dia, o Dow Jones, referencial do mercado acionário nova-iorquino, atingiu novo recorde de intradia, aos 12.500 pontos. O Ibovespa acumula avanço superior a 30% de janeiro para cá, garantindo mais uma vez a posição de um dos melhores investimentos do ano, avaliou o diretor da distribuidora Novação, Carlos Alberto Ribeiro. "No final do ano, o pessoal às vezes até puxa um pouco para fechar em alta, mas este ano nem precisa, já está com bom ganho", declarou.

As ações das duas principais companhias aéreas brasileiras, this TAM e Gol, this site dispararam na Bovespa nesta quarta-feira, após a notícia de que o governo voltou a estudar o aumento da participação do capital estrangeiro nas empresas do setor. O limite atual é de 20%.

O tema é recorrente. Com a crise no setor em 2002, após os ataques às torres gêmeas nos EUA em 11 de setembro de 2001, a sugestão foi levada ao governo pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Este ano, a idéia voltou à tona com as negociações para a venda da Varig, por demanda de investidores estrangeiros.

Os papéis preferenciais da TAM encerraram o dia valorizados em 5,11%, a R$ 65,85, e os da Gol, em alta de 3,77%, a R$ 62,99. O Ibovespa subiu 2,12%, a 44.526 pontos, novo recorde.

Para o analista do ABN Amro Pedro Galdi, a notícia serviu para recuperar as ações que tiveram queda nos últimos tempos. E como as aéreas têm controle familiar, para ele, é natural que haja esse movimento na expectativa dos investidores de uma oferta de compra por uma fatia das empresas. "Como vinham sofrendo muito, o mercado queria um motivo para especular", disse o analista.

TAM e Gol negaram-se a comentar o assunto. A TAM, líder de mercado, não tem investidor estrangeiro. Mais de metade do capital total e 97% do votante estão nas mãos da família Rolim Amaro.

A Gol, criada em janeiro de 2001, tem quase 73% do capital total e 100% das ordinárias detidos pela família Constantino. Investidores estrangeiros detêm 20% do capital não-votante.

Perdas e ganhos
"A notícia (de aumento de capital estrangeiro) não é bem embasada, porque ninguém sabe se os sócios das empresas querem isso. Pode ser bom para o setor, mas para as empresas não vejo vantagem", explicou o analista. Galdi lembrou que recentemente a novata BRA anunciou a venda de 20% do seu capital para estrangeiros. "O que só faz sentido quando a empresa está começando, para montar frota", avaliou.

Desde o acidente a éreo de setembro, que matou 154 pessoas, a Gol viu ficarem para trás os ganhos das ações no ano e há forte possibilidade de fechar 2006 com perdas para os acionistas.

Já a TAM, que ainda acumula alta de mais de 40% no ano, perdeu valor com os problemas operacionais dos últimos dias nos aeroportos, que levou a agência reguladora do setor a suspender a venda de passagens. O papel preferencial da empresa, que fechou cotada a R$ 65,85 nesta quarta, chegou a valer cerca de R$ 73 reais em outubro.

Para o analista do HSBC Fábio Zagatti, a alta das ações das companhias aéreas significa mais uma recuperação das perdas do que esperanças com o aumento da presença do capital estrangeiro nessas companhias. "Como todo plano do governo, tem que se dar tempo ao tempo", avaliou.

Já a analista Kelly Trentin, da SLW Corretora, destacou que, além da especulação sobre o capital estrangeiro, a TAM divulgou antecipadamente a taxa de ocupação das suas aeronaves em dezembro, número que costuma sair apenas no mês seguinte. "O nível de 74% de ocupação dos aviões tranquilizou quem esperava queda por conta da crise", explicou Kelly.

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