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Enap divulga nova classificação do CNU 2 com 702 vagas

A reclassificação foi publicada no Diário Oficial da União e contempla vagas remanescentes e adicionais no MGI e no INSS.

Redação Jornal de Brasília

03/08/2026 16h14

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A Escola Nacional de Administração Pública (Enap), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), divulgou a nova classificação de candidatos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2). O Edital nº 228/2026 foi publicado no Diário Oficial da União na última sexta-feira (31).

Ao todo, são 702 pessoas classificadas, sendo 242 em vagas imediatas remanescentes e 460 em vagas imediatas adicionais, com lotação no MGI e no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo a Enap, a nova lista reflete a movimentação da fila e a reclassificação foi necessária para recompor vagas não preenchidas nas convocações anteriores e para preencher vagas adicionais autorizadas pelo MGI.

A convocação segue a ordem de notas, a disponibilidade da lista de espera e os critérios de proporcionalidade das vagas reservadas. Os classificados devem observar os procedimentos, prazos e demais orientações dos atos administrativos de convocação de cada cargo.

No Ministério da Gestão, o edital contempla o cargo de analista técnico-administrativo, de nível superior em qualquer área de formação. São 208 vagas imediatas remanescentes e 300 vagas imediatas adicionais.

No INSS, são 194 vagas, sendo 34 remanescentes e 160 adicionais, para o cargo de analista do seguro social em diversas especialidades, como serviço social, fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, tecnologia da informação, engenharia, direito, contabilidade, administração e estatística.

A segunda edição do CNU, realizada no segundo semestre de 2025, ofertou inicialmente 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais. Os cargos foram agrupados em nove blocos temáticos, com possibilidade de escolha conforme a ordem de preferência indicada no momento da inscrição. Do total, 3.144 vagas foram destinadas a cargos de nível superior e 508 a cargos de nível intermediário.

Conforme previsto em lei federal, o processo seletivo reservou vagas a pessoas negras, pessoas com deficiência, indígenas e quilombolas. O Ministério da Gestão também adotou o mecanismo de equiparação de gênero, com o objetivo de garantir que o número de mulheres aprovadas para a fase discursiva fosse proporcional ao de candidatos homens.

Com informações da Agência Brasil

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