Os aprovados para o cargo de analista técnico-administrativo da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025) podem manifestar sua preferência pelo local de lotação até as 23h59 de terça-feira (5), no horário de Brasília.
Esta semana, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou no Diário Oficial da União o edital de convocação de mais de mil candidatos. Os participantes também foram notificados por e-mail no endereço informado durante a inscrição.
A manifestação de preferência aplica-se exclusivamente aos convocados para esse cargo, não se estendendo aos demais do concurso realizado em outubro e dezembro do ano passado. Os candidatos não são obrigados a indicar opções; caso não o façam, o MGI definirá a lotação conforme o interesse da administração pública federal.
O procedimento deve ser realizado no site ou aplicativo SouGov.br, utilizando login e senha da conta Gov.br. Durante o processo, os candidatos podem listar suas preferências de localidades disponíveis, em ordem de prioridade.
A escolha é considerada aceitação formal da vaga, inclusive para cidades fora das capitais. Os servidores poderão ser lotados em até 36 órgãos federais, em diversas regiões do país, incluindo capitais e municípios estratégicos.
Na distribuição, o MGI prioriza: aprovados em vagas para pessoas com deficiência (PCD), independentemente da modalidade; respeito à ordem de classificação; e alternância entre ampla concorrência e vagas reservadas.
A lotação final considera as preferências dos candidatos, as demandas dos órgãos e critérios como disponibilidade de vagas, interesses individuais e classificação no concurso.
Para nomeações em Brasília ou capitais estaduais, não há possibilidade de recusa, sob pena de desistência. Já para localidades fora dessas áreas, a administração só designará o candidato para municípios previamente escolhidos por ele.
O cargo integra o bloco temático 5 do CNU 2025 e faz parte da carreira de Analista Técnico do Poder Executivo (ATE), de caráter transversal, permitindo atuação em diferentes órgãos conforme as necessidades institucionais, com o objetivo de fortalecer a atuação técnica do Estado brasileiro.