Foi preso no final da tarde de terça-feira (6), Saélio Aires da Silva, de 20 anos, acusado de participar do latrocínio do Polícial Civil aposentado, Flávio Viana de Casto, de 50 anos. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o criminoso foi abordado em um veículo na cidade de Cariri do Tocantins (TO). Ele seguia de Brasília para São Luís, no Maranhão.
Lembre o caso
Saélio Aires da Silva, conhecido como Sassá, estava foragido desde a madrugada do dia 27 de dezembro, após integrar o quarteto que, durante uma tentativa de assalto, levou a morte Flávio Viana de Castro.
Segundo informações da Polícia Cívil, o agente tinha se aposentado recentemente e foi encontrado morto em uma estrada de terra próxima à DF-290, no Gama. O grupo rendeu o policial no estacionamento de um bar. O agente reagiu ao assalto e foi alvejado com três disparos.
Ainda de acordo com a coorporação, os criminosos deixaram o corpo próximo ao local do crime e seguiram com o carro roubado até notarem, no interior do veículo, o distintivo da PCDF. Então decidiram por atirar o carro em um córrego.
Na manhã do dia 28 de dezembro, o automóvel foi localizado. O corpo do policial foi encontrado pouco tempo depois por um morador da região.
Captura
Revoltados com a situação, cerca de cem policiais de diversas delegacias do Distrito Federal trabalharam de forma voluntária na investigação do assassinato. Um dia após o crime, um menor, de 16 anos, e Diego de Jesus Barros, de 19 anos, confessaram ter participado da morte de Flávio e foram detidos.
No dia 29 de dezembro, foi a vez da Polícia prender o terceiro integrante da quadrilha, Gilson Costa de Conceição Júnior, de 31 anos.
Fuga
Menos de uma semana após ser detido, na manhã de domingo (4), o menor voltou às ruas. Ele e outro colega de cela conseguiram fugir do Centro Socioeducativo Amigoniano (CESAMI), em São Sebastião. Somente duas horas após a fuga dos internos, os agentes perceberam a ausência deles durante a contagem.
Uma grande operação composta por mais de 50 homens foi montada. Agentes sócio-educadores, policiais civis e militares, além de helicóptero e cães farejadores percorreram as imediações do local da fuga. No entanto, os fugitivos não foram localizados.
