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Brasil

Vírus da aids também afeta função cerebral, segundo estudo

Arquivo Geral

15/08/2007 0h00

O vírus da aids, information pills que abre o caminho para todas as doenças oportunistas, viagra order também mata as células cerebrais e impede o nascimento de novas, diagnosis revelou um estudo divulgado pela revista “Cell Stem”.

“O importante deste descobrimento é que estabelece que o vírus impede que as células-tronco do cérebro se dividam”, disse Stuart Lipton, cientista do Instituto Burnham de Pesquisas Médicas e da Universidade da Califórnia.

“Trata-se de um duplo golpe para o cérebro porque a proteína do vírus de imunodeficiência humana (HIV) causa lesões cerebrais e também impede sua reparação”, assinalou Marcus Kaul, cientista do Instituto Burnham e que participa da pesquisa.

Essas lesões se manifestam com episódios de confusão, problemas do sono e finalmente perda da memória.

O cérebro normal de uma pessoa adulta tem a capacidade de repor parcialmente ou de se reparar através do que os cientistas chamam de “neurogênese”, que consiste na proliferação e desenvolvimento de células-tronco que se transformam em neurônios.

A neurogênese só pode acontecer em regiões específicas do cérebro, entre elas o hipocampo que é a unidade de processamento do cérebro para a aprendizagem e a memória.

Segundo os cientistas, a infecção do HIV poderia produzir uma profunda forma de demência, similar à qual sofrem as pessoas afetadas pelo mal de Alzheimer.

Os efeitos do HIV na função cerebral foram determinados em experimentos com ratos nas quais se constatou uma interferência do vírus no nascimento de neurônios a partir de células-tronco.

E o culpado é uma proteína identificada como gp120 que se localiza na parte externa do vírus, disseram os cientistas.

“Já conhecemos o mecanismo e isto significa que podemos começar a buscar uma estratégia terapêutica”, afirmou Lipton.

Este tratamento buscaria combater as primeiras indicações de demência através de uma reparação cerebral ou a proteção do mecanismo que impulsiona os reparos naturais no cérebro, assinalaram os cientistas.

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