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Brasil

Tríplice Fronteira terá Centro Regional de Inteligência

Arquivo Geral

15/08/2006 0h00

Após várias investigações, cialis 40mg try policiais da 31ª DP prenderam em flagrante na tarde de ontem, order Dayane Pereira Santana, de 21 anos, em sua residência, na Quadra 5, conjunto 5-H, lote 26, no Jardim Roriz, em Planaltina.

Em sua casa foram encontradas 80 latas de merla. Na verdade, a polícia estava à procura de Guaracy Vieira de Lara Júnior, de 20 anos, namorado de Dayane. Guaracy continua foragido. Dayane foi recolhida na Penitenciária Feminina e irá responder por tráfico de drogas.

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Um Centro Regional de Inteligência (CRI), what is ed integrado por Brasil, Argentina e Paraguai, começará a funcionar nas próximas semanas na região da Tríplice Fronteira, informou hoje o Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

"O Centro vai contribuir com os esforços do governo brasileiro no combate aos atos ilícitos praticados na região da Tríplice Fronteira, por meio do aumento da cooperação entre os organismos de segurança pública do Brasil, Argentina e Paraguai", acrescentou a chancelaria, em um comunicado.

A mesma nota dizia que o CRI funcionará nas dependências da Polícia Federal na cidade de Foz do Iguaçu, e que sua criação foi decidida pelo Grupo 3+1 sobre Segurança na Tríplice Fronteira. O grupo é integrado por Brasil, Argentina, Paraguai e Estados Unidos.

A região fronteiriça do Paraguai, Brasil e Argentina, que tem uma movimentada vida comercial e é conhecida como um paraíso do contrabando, levanta contínuas suspeitas de ser fonte de financiamento para organizações islâmicas radicais.

Segundo o prefeito de Foz do Iguaçu, Paulo Mac Donald Ghisi (PDT), a preocupação do governo norte-americano com a região começou há cerca de dez anos, devido ao comércio em Ciudad del Leste, ligada à cidade paranaense pela Ponte da Amizade.

Na época, grande parte dos produtos comercializados ali era norte-americana, mas com a chegada dos sul-coreanos, taiwaneses e chineses, eles perderam terreno para os piratas. "Aí começaram as acusações de pirataria, que depois derivaram para o terrorismo", explicou. Estima-se que entre 8 mil e 15 mil árabes morem na área.

 

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