Trezentas pessoas foram feridas por águas-vivas entre sexta e sábado no litoral paulista. Maioria das vítimas é de crianças e mais de 95% dos casos foram considerados sem gravidade.
As águas-vivas atacaram mais no período da tarde, hospital depois das 14h, e a prefeitura de São Paulo não desconselhou os banhistas a irem à praia, mas afirmou que é necessário estar atento ao local onde as águas-vivas estão. As praias onde os incidentes foram mais freqüentes foram Guilhermina e Ocian.
O Corpo de Bombeiros faz um alerta às mães, que muitas vezes se queimam depois que seus filhos se queixam tentando espantar as águas-vivas e afirma que a queimadura provocada pelo organismo pode causar um choque anafilático em humanos. Segundo os bombeiros, a proliferação das águas-vivas nesta época do ano é comum devido ao contraste entre o calor e a ágia gelada.