Com um aproveitamento de 58,14%, Mari é a terceira melhor da lista, liderada pela japonesa Erika Araki (65,22%). A atacante do Rexona/Ades, por sua vez, é a quarta da lista, com 57,63%. Depois, aparece Sheilla em oitavo, com 52,73%. “Nossa equipe tem várias jogadoras de alto nível. E ainda não estamos no auge da preparação. Na fase final, estaremos saltando mais e jogando ainda mais forte”, assegura Mari.
O time de José Roberto Guimarães também se destaca em outros fundamentos. A meio-de-rede Fabiana, por exemplo, é a sétima colocada no saque e no bloqueio. Oitava levantadora mais eficiente da competição, Fofão também vem criando problemas para a recepção adversária – com quatro aces, ela é a sexta no ranking de saque.
Proibida de atacar pelas regras da modalidade, a líbero Fabi é a terceira no ranking de defesa e a sétima no de recepção (67,27% de eficiência). E, apesar do bom desempenho na primeira semana de disputa, Fabi sabe que a equipe terá obstáculos difíceis no caminho para o hexa. “Na segunda semana, enfrentaremos a China, um grande adversário. Todas as etapas são importantes e será cada vez mais difícil”, afirma.
Campeã do Grand Prix em 2004 e 2005, Valeskinha concorda com a companheira. “Os adversários vão nos estudar muito. Principalmente porque vencemos nos dois últimos anos. Mas temos de manter a cabeça no lugar e o ritmo. A equipe precisa estar concentrada durante toda a partida”, comenta Valeskinha, que nesta temporada trocou a posição de meio-de-rede pela de ponteira.
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