Atualmente, o técnico Antonio Carlos Barbosa treina com 17 jogadoras. Mas cinco delas serão cortadas antes do Mundial. Quem não quer sentir novamente o gosto de ficar de fora é ala Micaela, de 27 anos. A jogadora sofreu uma contusão na véspera do Mundial da China, em 2002, e não esteve no grupo.
Agora, quer aproveitar a chance de jogar em casa e, para isso, tem apertado o ritmo nos treinos. “Foi muito triste ficar de fora. Mas nesses quatro anos, melhorei muito o meu jogo e esse amadurecimento foi importante para poder ser convocada pelo Barbosa”, destacou a jogadora, que faz parte da seleção desde a Copa América Juvenil, em 1996.
A jogadora acredita que a equipe faz agora boa preparação e não é modesta ao falar de objetivos. “Foi a melhor possível e cada jogadora sabe exatamente o que tem que fazer dentro da quadra. Chegou a hora de mostrarmos para o mundo que somos as melhores”, afirmou Micaela.
Já a ala/armadora Lílian Gonçalves, também de 27 anos, quer participar agora para completar a lista de competições em seu currículo. Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney-2000, Lílian já esteve presente em dois Pan-americanos (Winnipeg-1999 e Santo Domingo-2003) e é tetracampeã sul-americana.
“O Mundial é a única competição que falta na minha carreira. Sabemos que é um torneio difícil e de excelente nível técnico, com pelo menos oito seleções brigando pelo título. Acreditamos no trabalho que está sendo feito pela comissão técnica e faremos de tudo para conquistar a medalha de ouro”, apostou.
Antes do Mundial, o Brasil irá disputar dois jogos amistosos contra a China, em Barueri (2 e 3 de setembro). Além disso, participa de um torneio amistoso em São Paulo, contra Canadá, China e Espanha, entre 6 a 9 de setembro.
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