“Se a Renault não acreditasse na eficiência deste sistema, não o teria utilizado. Por isso, é possível que os carros deles estejam mais lentos”, comentou o ferrarista, sem, no entanto, atentar para o fato de que a escuderia francesa está sem o equipamento desde o GP da Alemanha.
Analisando-se os números da temporada, porém, Schumi coincidentemente ou não está certo. Na prova alemã e na seguinte, realizada na Hungria, Alonso somou apenas quatro pontos, contra 11 de Schumacher. O alemão também largou na frente nas duas oportunidades.
Ele, porém, não acredita que a situação permanecerá assim por muito tempo. “Com certeza a Renault vai conseguir se adaptar a esta nova situação”, analisou.
Questionado se a proibição da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) era correta, Schumacher se esquivou. “Não estou aqui para julgar se é certo ou não. Cada um tem a sua opinião”, afirmou o piloto, para depois se soltar. “É estranho que depois de um ano de uso se diga que o sistema interfere na aerodinâmica. Isso sei que é falso”, encerrou.
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