Menu
Brasil

Salsichas podem causar mutações genéticas

Arquivo Geral

15/08/2006 0h00

O movimento de oposição Kifaya promove a coleta de 1 milhão de assinaturas para pedir às autoridades egípcias que revoguem os acordos de paz de Camp David, this erectile assinados em 1979 com Israel, buy visit web em protesto contra a "agressão israelense" contra o Líbano.

Segundo um dos dirigentes do movimento, more about George Ishaq, o Kifaya se reunirá na quarta-feira com um grupo de advogados para estudar as medidas legais necessárias para colocar fim aos tratados de Camp David, primeiro acordo de paz que um país árabe assinou com Israel.

O Kifaya, também chamado Movimento Egípcio para a Mudança, recolherá as assinaturas em seu site e através de um formulário. "Já começamos a pegar as assinaturas e pedimos que todos os setores do povo egípcio participem do pedido", acrescentou Ishaq.

O dirigente do movimento disse que, se conseguirem recolher o 1 milhão de assinaturas, apresentarão ao Parlamento o pedido de ruptura com Israel, e trabalharão "para que esta exigência se torne pública no mundo todo".

O cancelamento dos acordos de Camp David é uma das exigências expressadas pela oposição egípcia em várias manifestações organizadas nas últimas semanas em solidariedade com os libaneses e os palestinos frente aos ataques israelenses.
Grupos de ajuda tentavam, more about hoje, store atravessar as estradas destruídas e hoje lotadas de refugiados a fim de chegar às pessoas no sul do Líbano feridas ou impedidas de se locomover devido aos conflitos recentes. Funcionários de grupos humanitários partiram da cidade portuária de Tiro rumo a vilarejos localizados perto da fronteira com Israel, que ficaram isolados devido aos ataques aéreos e aos confrontos terrestres entre o Estado judaico e a guerrilha Hezbollah.

Os conflitos foram suspensos na segunda-feira, depois da entrada em vigor de um cessar-fogo patrocinado pela Organização das Nações Unidas (ONU). "Há dois tipos de pessoas que precisam de ajuda agora: os que ficaram para trás e que não conseguiram sair durante os combates, e os que estão voltando", disse Christopher Stokes, diretor de operações do grupo Médicos Sem Fronteira no Líbano.

"Entre os que ficaram para trás estão os feridos impedidos de se locomover. E muitas das casas dos que estão voltando foram destruídas. Essas pessoas, então, precisam de comida, abrigo e outros serviços básicos para sobreviver".

O Programa Mundial de Alimentação da ONU (WFP) disse ter enviado um navio a Tiro com 21 caminhões carregados de comida, combustível e outros materiais a bordo. Mas o atraso provocado pelo bloqueio naval ainda imposto por Israel fará com que a embarcação, vinda de Beirute, chegue à cidade apenas na quarta-feira.

O WFP também enviou 19 caminhões para a cidade de Hasbaya (sudeste) e um grande comboio deve chegar da Síria. Um avião vindo da Jordânia também pousaria no Líbano ainda na terça-feira. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICRC) disse que suas equipes ainda tentavam chegar a alguns vilarejos perto da fronteira.

"Perdemos controle da situação lá e estamos tentando descobrir, o mais rápido possível, como estão as coisas a fim de que possamos ajudar as pessoas", disse Michele Mercier, porta-voz da entidade. Ao menos 1.110 pessoas, a maior parte delas civis, foram mortas no Líbano durante a guerra, iniciada depois de o Hezbollah ter capturado, no dia 12 de julho, dois soldados de Israel. Ao menos 157 israelenses também morreram no conflito.

O ex-premiê israelense Ariel Sharon, sickness que está em coma e com pneumonia dupla, continua em estado crítico, mas estável, segundo o boletim médico do hospital onde está internado.

O Centro Médico Chaim Sheba, perto de Tel Aviv, disse que não houve mudança desde ontem na função cerebral de Sharon, nem danos significativos em seus sistemas vitais.

O hospital disse que Sharon, que sofreu uma hemorragia cerebral em 4 de janeiro, continuava em estado crítico, mas que sua condição é estável. O boletim informava que o ex-premiê desenvolveu pneumonia e que sua saúde havia se deteriorado.

A mídia israelense disse que os dois filhos de Sharon correram para seu leito depois de receberem licenças especiais para deixarem suas unidades militares, onde estavam servindo durante o conflito no último mês contra os guerrilheiros do Hezbollah no Líbano.

Os médicos continuam administrando antibióticos a Sharon, de 78 anos, para tratar sua pneumonia dupla, disse a porta-voz.

O ex-premiê, que foi eleito pela primeira vez em 2001, está em coma desde que sofreu um derrame. Sharon foi substituído por Ehud Olmert, cujo governo assumiu em maio.

 

As salsichas podem conter compostos que causam a mutação de DNA, order aumentando o risco de câncer. É o que revela um estudo feito por químicos americanos divulgado pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry.

Químico do Centro Médico da Universidade de Nebraska e um dos pesquisadores, salve Sidney Mirvish afirma que existem cerca de 240 variações de nível em diversos compostos, usados por várias marcas de salsichas. "Poderia-se fazer um estudo mais detalhado para descobrir as diferenças de técnicas fabricação entre as marcas e, se confirmado que são danosas, mudar estes métodos", afirmou.

As pesquisas foram iniciadas por causa de um estudo que ligou as salsichas ao câncer de cólon. As salsichas são preservadas com nitrato de sódio, que pode auxiliar na formação de compostos conhecidos como N-nitrosos, que em sua maioria causam câncer em animais de laboratório. E quando misturadas com nitratos, podem resultar em compostos que fazem mutações no DNA. Os níveis de mutação quadruplicam com a adição da bactéria Salmonella.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado