“As mudanças pedidas no começo do ano demoraram, mas estão sendo bem implementadas agora. É isso que vale, além da certeza de que o carro estará mais competitivo para o resto da temporada, o que me faz sorrir”, comentou o piloto.
Realista, no entanto, Barrichello admite que o time japonês não vai atingir o nível de Renault e Ferrari. “Sei que não venceremos mais sem uma ajudinha de chuva ou com os lideres do campeonato na pista”, reconheceu.
Rubens ainda explicou o seu desempenho na disputa. Como só havia testado na chuva com a Honda em janeiro, ele ficou em dúvida entre o pneu de chuva fina ou o de chuva grossa. Preferiu então a segunda opção, pensando em abrir uma boa vantagem antes da primeira parada, programada para a volta 15.
“Só que pista secou muito mais rápido do que eu pensava e apesar de ter ido para cima do Raikkonen na primeira volta, isso não foi o suficiente. Parei então na quinta passagem e voltei para pista cheia de tráfego”, explicou o piloto.
Para piorar, dois pequenos acidentes acabaram definitivamente com as chances de Rubinho. “Depois ainda dei uma batida de lado com o Coulthard e outra com o bico no Speed e perdi bastante tempo”, complementou.
Porém, até a próxima corrida, daqui a cerca de três semanas, Barrichello prefere comemorar. “É bem verdade que gostaria de ter ganhado, mas não posso esquecer que sou parte dessa vitória também”, opinou.
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