Rubinho ainda explicou algumas características do circuito italiano, que é o mais rápido do calendário. “As ultrapassagens são possíveis na primeira e segunda chicanes, mas as curvas rápidas antes de cada ponto de ultrapassagem dificultam seguir o carro da frente de perto, pelos caprichos da aerodinâmica moderna, o que pode rapidamente deixar a prova amarrada”, analisa.
Apesar das dificuldades, o brasileiro ressalta seu amor pela pista, onde venceu duas vezes (2002 e 2004). “É um circuito sem igual, facilmente o mais rápido da temporada”, explica o piloto. “É necessário saber quando frear e, obviamente, a tração e a potência do motor também são importantes”, complementa.
Diretor esportivo da equipe, o também brasileiro Gil de Ferran afirma que a Honda terá uma estratégia diferente para a disputa de domingo. “Este ano a maior parte da pista foi recapeada, o que alterou ligeiramente as exigências para os pneus. Juntamente com a maioria dos nossos concorrentes, passamos na última semana três dias em Monza, otimizando nossa escolha de pneus e o acerto para a pista, que inclui uma configuração aerodinâmica toda especial”, garantiu.
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