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Brasil

Ribeirão Preto-SP registra 452 casos de dengue no ano

Arquivo Geral

02/02/2011 18h40

A Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto (SP) confirmou mais 275 casos de dengue na cidade neste ano. O município já soma 452 casos da doença, com sintomas, desde janeiro, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje. Até a semana passada, a cidade tinha 177 casos confirmados.

A secretaria aguarda ainda o resultado de um exame, do Instituto Adolfo Lutz, sobre a causa da morte de Flávia Patrícia Quirino, de 36 anos, que morava no Alto do Ipiranga, pois a principal suspeita é de que ela tenha sido vítima de dengue. A zona lesta é a que mais preocupa, com 173 casos. Em 2010, Ribeirão Preto teve a sua pior epidemia de dengue, com 29.826 casos (nove pessoas morreram) computados até janeiro último.

O médico epidemiologista Cláudio Souza de Paula, da Divisão Epidemiológica municipal, cita que a população precisa colaborar, pois os mosquitos Aedes aegypti estão dentro das residências. E na zona leste, os bairros Jardim Paulista e Jardim Paulistano são formados por construções de pessoas com melhores condições socioeconômicas. “As pessoas não estão fazendo a lição de casa, pois 80% dos criadouros estão dentro das casas”, destaca De Paula.

A área do distrito de Bonfim Paulista, que abrange também vários condomínios fechados de luxo, computa 26 casos confirmados. “Ali sempre foi nosso alvo de preocupação”, diz De Paula. O populoso e antigo Campos Elísios tem 34 casos da doença neste ano. O combate aos criadouros do mosquito segue intenso na cidade.

Brás Henrique

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    02/02/2011 18h39

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    A secretaria aguarda ainda o resultado de um exame, do Instituto Adolfo Lutz, sobre a causa da morte de Flávia Patrícia Quirino, de 36 anos, que morava no Alto do Ipiranga, pois a principal suspeita é de que ela tenha sido vítima de dengue. A zona lesta é a que mais preocupa, com 173 casos. Em 2010, Ribeirão Preto teve a sua pior epidemia de dengue, com 29.826 casos (nove pessoas morreram) computados até janeiro último.

    O médico epidemiologista Cláudio Souza de Paula, da Divisão Epidemiológica municipal, cita que a população precisa colaborar, pois os mosquitos Aedes aegypti estão dentro das residências. E na zona leste, os bairros Jardim Paulista e Jardim Paulistano são formados por construções de pessoas com melhores condições socioeconômicas. “As pessoas não estão fazendo a lição de casa, pois 80% dos criadouros estão dentro das casas”, destaca De Paula.

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