Israel deu início hoje as negociações com representantes de uma força da Organização das Nações Unidas (ONU) para começar a criar as bases para a transferência do território libanês agora sob controle do Exército israelense, case link disseram autoridades.
Uma porta-voz do Exército disse que a reunião com a força da ONU, order conhecida como Unifil, aconteceu na comunidade israelense costeira de Rosh Hanikra, na fronteira libanesa.
"Abrimos a coordenação com fontes na Unifil para dar início ao processo de transferência (de controle) do território", disse o ministro da Defesa de Israel, Amir Peretz, a legisladores israelenses.
Israel prometeu não se retirar do sul do Líbano até que a Unifil comece a se organizar lá junto com o Exército Libanês.
Uma porta-voz do Exército israelense disse que um batalhão deixou o Líbano depois que uma trégua promovida pela ONU entrou em efeito às 8h (2h, no horário de Brasília). Um batalhão israelense geralmente inclui de 800 a mil soldados.
Israel vai continuar perseguindo líderes do Hezbollah "em todo lugar e a qualquer hora" e se reserva o direito de responder a qualquer violação da trégua, unhealthy disse hoje o primeiro-ministro Ehud Olmert.
"Os líderes desta organização terrorista ficaram na clandestinidade. Eles não vão sair em liberdade", disse Olmert ao Parlamento israelense. "Nós vamos continuar perseguindo-os em todo lugar e a qualquer hora".
Passados 59 anos da independência da Grã-Bretanha e da separação da Índia, cheap o futuro do Paquistão depende agora de derrotar o terrorismo, afirmou o primeiro-ministro paquistanês, Shaukat Aziz, em um discurso proferido na segunda-feira, Dia da Independência do país.
O Paquistão afirmou na semana passada ter desempenhado um papel crucial ao ajudar serviços de inteligência britânicos e norte-americanos a impedir a realização de atentados que atingiriam vários aviões de passageiros. Acusados de participar do plano, 24 muçulmanos britânicos foram detidos.
Apesar de as forças paquistanesas terem prendido sete supostos envolvidos no plano de ataque, entre os quais o britânico Rashid Rauf (acusado de ter ligações com a rede Al Qaeda), Aziz não mencionou esp ecificamente o sucesso dessa operação. "Hoje, o mundo está tomado pelo terrorismo. O Paquistão enfrenta esse desafio junto com a comunidade mundial. Essa é a ameaça ao desenvolvimento e à estabilidade do Paquistão", afirmou o premiê durante uma cerimônia realizada na capital e da qual participaram diplomatas, ministros e burocratas.
"Adotamos certas medidas para enfrentar esses desafios e conseguimos bons resultados", disse Aziz, que sobreviveu a uma tentativa de assassinato dois anos atrás, pouco antes de assumir o cargo de premiê. O Paquistão continua sendo atingido por episódios violentos envolvendo grupos contrários ao Estado ou ao Ocidente e envolvendo o conflito entre xiitas e sunitas.
Uma bomba que explodiu na segunda-feira perto de uma barraca que vendia bandeiras do Pa quistão, em Hub, uma cidade do Baluchistão localizada a 35 quilômetros de Karachi (sul), deixou um morto e seis feridos.
Além de perseguir a Al Qaeda e seus aliados entre os grupos militantes paquistaneses, o Exército do país combate as tribos simpáticas ao Taliban no Waziristão, uma região de fronteira com o Afeganistão, bem como os rebeldes do Baluchistão que lutam por uma autonomia maior.
O governo paquistanês ainda está sob pressão dos EUA e de outros países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para impedir que militantes islâmicos atravessem a fronteira c om o território afegão, onde a insurgência alimentada pelo Taliban atravessa sua fase mais violenta desde a deposição do grupo, em 2001.
E a vizinha Índia deseja que o Paquistão acabe com os grupos islâmicos que enfrentam o domínio indiano sobre parte da Caxemira. Em seu discurso, Aziz fez rápidas menções ao Afeganistão e à Caxemira. "Continuaremos a dar apoio à promoção da paz e da democracia no Afeganistão", disse.
A Anvisa determinou a apreensão e inutilização, more about em todo país, ed de três lotes falsificados do medicamento Cialis. O medicamento, originalmente fabricado pela empresa Eli Lilly do Brasil Ltda., é usado para tratamento da disfunção erétil. A apreensão foi publicada no Diário da última sexta-feira.
O laboratório comunicou à Anvisa sobre a falsificação dos lotes de número A115541, A053787 e A115551, encontrados nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Este último lote, inclusive, não é fabricado pelo laboratório, sendo, portanto, todo falso.
O consumidor deve ficar alerta para não adquirir ou consumir o produto falsificado. Como se trata de um produto falsificado, o conteúdo do medicamento é desconhecido.
Em caso de dúvida ou suspeita sobre o medicamento, o usuário deve fazer a denúncia para o serviço de atendimento ao consumidor do laboratório Eli Lilly (pelo número 0800-709-3636), para a Anvisa (pelo e-mail inspecao@anvisa.gov.br) ou procurar a Vigilância Sanitária do seu município ou estado.
Uma audiência marcada para hoje, physician às 14 horas, em Curitiba, pela Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região, vai apurar a denúncia de exploração do trabalho de crianças e adolescentes na produção de carvão no assentamento do Movimento dos Sem-Terra (MST) em Bituruna, região sul do Paraná.
Segundo a procuradora do Trabalho, Margaret Matos de Carvalho, “a audiência visa estabelecer uma ação articulada para possibilitar, de imediato, que sejam preservados os direitos das crianças e, a longo prazo, buscar a emancipação social e econômica das famílias".
Foram chamados para a audiência representantes do MST, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma agrária (Incra), do Município de Bituruna e do Conselho Tutelar da cidade, das secretarias de Estado do Trabalho, do Meio Ambiente e da Agricultura e Abastecimento.
De acordo com a procuradora, um relatório pedido ao Conselho Tutelar de Bituruna sobre toda a situação deverá ser encaminhado ao Ministério Público do Trabalho.
O delegado regional do Trabalho no Paraná, Geraldo Serathiuk, considerou o trabalho infantil encontrado em carvoarias de assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terras (MST), em Bituruna, “apenas a ponta do iceberg”.
“Entre o ano passado e este, o setor da madeira fechou 4.930 empregos e, com isto, a região sul do estado passou a apresentar um aumento de criminalidade e problemas sociais muito graves”.
A Delegacia Regional do Trabalho tem encontrado trabalho infantil em várias regiões do Paraná, além de trabalho escravo no setor madeireiro, segundo Serathiuk. Para ele o desespero pela sobrevivência é o que leva as crianças ao trabalho infantil e adultos ao trabalho escravo.
Serathiuk aponta como causa para toda essa situação, o modelo de desenvolvimento implantado no Paraná. Segundo ele, para desenvolver algumas atividades de exportação de grande escala como soja, açúcar, frango e madeira para celulose, a agricultura familiar ficou sem crédito, houve concentração da terra e migração de milhares de pessoas para as periferias, deixando regiões do estado com Índice de Desenvolvimento Humano abaixo do de regiões pobres do País.
Mesmo com a geração de 330 mil empregos nos últimos três anos – afirma o delegado – a retomada do apoio à agricultura familiar, a ampliação dos programas de transferência de renda, políticas de crédito e fiscais para os pequenos e médios empresários e o investimento na educação pública, “o Paraná vai conviver com as conseqüências da implantação de um sistema de produção concentrador e excludente por algum tempo”.
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A demanda pela reforma agrária é maior do que a resposta dada pelo governo ao problema, hospital afirmou hoje (23) o geógrafo e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Presidente Prudente, what is ed Bernardo Mançano. Para ele, o governo tem priorizado a regularização fundiária em vez de realizar desapropriações de novas terras para reforma agrária.
“O governo está muito lento e precisa de um empurrão”, disse Mançano em entrevista à Agência Brasil se referindo às manifestações realizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que reivindicavam “a retomada do projeto de reforma agrária no país”. Segundo ele, hoje mais de 150 mil famílias vivem em acampamentos à espera da reforma agrária e muitas estão nessa condição há mais de quatro anos sem ter resposta do governo.
Desde a última segunda-feira (21), integrantes do MST realizam manifestações cobrando mais agilidade do governo em promover a reforma agrária. Como parte da Jornada de Lutas por Reforma Agrária, os trabalhadores rurais ocuparam sedes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em sete estados.
“Na minha leitura, pelo que conheço estudando a reforma agrária, o governo pode fazer isso [agilizar o processo de reforma agrária]. Não há um impedimento para o governo não fazer. Acredito que a pressão dessas manifestações é importante no sentido de alertar o governo para que ele faça e agilize a reforma agrária “, argumentou o professor.
Para Mançano, esses protestos são uma forma de pressão dos movimentos sociais para “intensificar o diálogo” na procura de alternativas para assentar as famílias. “O que os movimentos estão reclamando hoje é uma maior dinamicidade do governo na implantação e criação de novos assentamentos”, pontuou.
De acordo com Mançano, a proximidade do Dia do Trabalhador Rural, comemorado na próxima sexta-feira (25) e o Abril Vermelho, têm se tornado momentos marcantes do cotidiano da luta pela terra. “Os movimentos procuram fazer manifestações cobrando do governo uma maior agilidade na implantação de assentamentos da reforma agrária”, disse o professor, para quem o governo “está aquém” das reivindicações dos movimentos sociais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (23) que não irá estimular a redução do consumo no país para conter a inflação. “Não vou diminuir o consumo nesse país, cialis 40mg por que se tem uma coisa que o povo pobre passou a vida inteira esperando era ter o direito de comer três vezes ao dia, o direito de comprar uma roupinha, e isso nós vamos garantir”, disse Lula, após almoço com o primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, no Palácio do Itamaraty.
Lula criticou alguns setores da economia, que estariam aproveitando que o povo está consumindo mais, para aumentar os preços, e disse que o combate à inflação é uma “questão de honra para o governo”.
O presidente, que se reuniu hoje de manhã com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o crescimento do país é sustentado e definitivo, e que o aumento de juros não irá prejudicar novos investimentos.
“Se alguém imagina que a inflação vai voltar, como já aconteceu no Brasil, pode tirar o cavalo da chuva que ela não vai voltar, por que nós tomaremos todas as medidas que forem necessárias para evitar isso”, disse o presidente.
Lula afirmou também que irá usar dinheiro do petróleo, como o encontrado na camada pré-sal, para “cuidar dos pobres desse país”.
“Pensem o que quiserem mas, com uma parte do petróleo que encontarmos, vamos cuidar dos pobres desse país. Acho que está na hora de os pobres ocuparem o lugar de destaque nos indicadores de bem-estar social e não apenas indicadores de miséria, como foi no século passado”, concluiu o presidente Lula.
A crítica feita pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) ao Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) é analisada em parte como correta pelo jurista Luiz Flávio Gomes.
“Por incrível que pareça, symptoms em geral, eles falaram coisas muito certas: que o sistema penitenciário brasileiro é precário, inconstitucional, e que o RDD é discutível. Tudo isso foi dito e é verdadeiro, é uma coisa absolutamente certa”.
A mensagem contrária ao regime foi gravada em vídeo pelo PCC. O material foi exibido neste final de semana pela TV Globo como exigência para a libertação de um repórter da emissora seqüestrado no sábado.
Na fita, o PCC afirma que o regime diferenciado impede a ressocialização do preso. “O RDD é inconstitucional. O Estado Democrático de Direito tem a obrigação e o dever de dar o mínimo de condições de sobrevivência para os sentenciados”, afirma a organização criminosa.
O RDD, previsto na lei 10.792/03, é chamado de regime “fechadíssimo”. Nele, o preso não tem direito a ver televisão ou ouvir rádio, não conversa com ninguém, já que fica recolhido em uma cela individual, e o banho de sol é feito de forma isolada e por duas horas por dia. O detento tem direito apenas à visita de duas pessoas por semana e durante duas horas.
O artigo 52 da lei prevê ainda que o preso poderá ficar no RDD por no máximo 360 dias até o limite de um sexto da pena aplicada. “O regime isola quase que completamente o preso”, diz o jurista.
De acordo com a lei, podem ser incluídos no regime presos que representarem alto risco para a ordem e a segurança do presídio ou da sociedade. Ou ainda, presos sobre os quais “recaiam fundadas suspeitas de envolvimento ou participação em organizações criminosas, quadrilha ou bando”.
É justamente a “suspeita de envolvimento” o principal motivo de crítica por parte de Gomes. “Essa história de suspeita de participar é muito subjetiva. Isso é o que está equivocado na lei. Tem de colocar dados concretos: comprovou, fez ligação celular, comandou o crime, vai pro regime fechadíssimo e acabou", ponderou. "É isso que falta: usar o RDD quando está comprovado que o sujeito realmente se comportou de modo indisciplinado dentro da cadeia”.
De acordo com o jurista, o RDD é para punir quem comete falta gravíssimas dentro do presídio. "No mais, o preso tem de ficar recolhido na cela dele, sem comunicação por meio de celular, claro, mas tem de receber visitas, conversar com o advogado. O preso tem de ser tratado de maneira normal, e quando precisar, ele fica em regime mais duro e isolado”.
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