Impedida de participar do último Grand Prix por conta de um pé quebrado três dias antes do início da competição, a meio-de-rede Fabiana não está segurando a ansiedade para participar da próxima edição do torneio, que começa no dia 16 de agosto. Ela garante que o Brasil estará forte em busca do título da disputa.
“Estamos treinando duro para, no mínimo, tocar em todas as bolas. A relação do bloqueio com a defesa está cada dia melhor. Que as adversárias não achem que vai ser fácil passar por nós, pois não vai ser. Por causa do que aconteceu no ano passado, minha vontade de vencer é ainda mais forte”, avisa a atleta, que nem gosta de se lembrar do episódio que a impediu de jogar o último Grand Prix “para não dar azar”.
“Vai ser difícil, mas esse grupo é show. Uma ajuda a outra. O que nos torna confiantes é saber que todas estão unidas pelo mesmo objetivo”, garante a jogadora. A estréia no Grand Prix será no dia 18, contra a Coréia do Sul. Na fase classificatória, a equipe ainda terá pela frente Cuba, Japão, República Dominicana, Estados Unidos, China e Itália.
Melhor bloqueadora da Copa Pan-Americana, vencida pela seleção brasileira, Fabiana aponta Cuba como um dos maiores perigos. “A vantagem de Cuba é a força, mas não são todas as jogadoras que pegam alto. Temos de estar com o braço firme o tempo todo”, afirma.
O técnico José Roberto Guimarães tem a mesma opinião. “As cubanas virão com o bloqueio mais pesado que na Copa Pan-Americana. Além disso, estão sacando muito forte e nossa recepção precisa estar sempre bem posicionada”, alerta o treinador. O time brasileiro viaja na segunda-feira para a Holanda, onde fará dois jogos preparatórios.