Um recém-nascido morreu depois de sofrer um corte profundo, provocado por um bisturi durante o parto, realizado por uma médica residente, de 25 anos, em um hospital de São Paulo.
De acordo com familiares da mãe do bebê, a morte teria sido causada por um erro médico durante a cesariana. A família também acusa o hospital de ter adulterado o atestado de óbito, aumentando o tempo de gestação para sugerir que o ferimento não poderia ter ocasionado a morte do bebê. De acordo com o laudo, a criança teria nascido com os batimentos fracos.
O chefe de equipe André Luis Veloso assumiu a responsabilidade pelo caso. Um inquérito foi aberto pela polícia para investigar as denúncias de homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e de falsidade ideológica pela falsificação do documento.
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