Quatro médicos acusados da morte de um garoto de 10 anos e da retirada e transplante irregular de seus órgãos vão a júri popular, decidiu ontem um juiz da 1.ª Vara Criminal de Poços de Caldas (MG). Em 2000, o menino P.V.P. foi hospitalizado após cair de uma altura de 10 metros. Seus pais concordaram com a doação dos órgãos após serem informados de sua morte encefálica. Meses depois, a Polícia Federal apontou possibilidade de irregularidades no diagnóstico e de desrespeito ao protocolo. Os médicos podem recorrer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
AE