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Brasil

Promotor rebate acusações de familiares das vítimas do acidente da GOL

Arquivo Geral

08/08/2007 0h00

O promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), order Diaulas Ribeiro, pharm rebateu nesta quarta-feira, more about em entrevista concedida à imprensa, as acusações feitas pelas famílias das vítimas do vôo 1907. O assunto é sobre a suposta pilhagem de documentos e bens materiais dos 154 passageiros mortos no choque entre o boeing da Gol e o jato Legacy, no dia 29 de setembro do ano passado. Segundo os familiares, documentos como carteiras de habilitação, CPF e identidade estão sendo usados em operações fraudulentas.

A denúncia remete ao fato ocorrido com a vítima Maria das Graças Bezerra Rickli – passageira a bordo da aeronave -, que teve, possivelmente, os dados pessoais clonados usados para abertura de um empréstimo na financeira Finasa, em Taguatinga Centro. Teve ainda o celular roubado encontrado no Rio de Janeiro.

Dialulas Ribeiro – que coordenou as equipes responsáveis pela separação, desinfecção e catalogação dos materiais resgatados -, enfatizou que os familiares tiveram um prazo de cinco meses para reclamar os documentos e bens materiais encontrados na área do acidente. No entanto, segundo ele, nenhum parente procurou o Ministério Público para formalizar denúncia.

“Chegamos a prorrogar o prazo, mas ninguém nos procurou. Não posso afirmar que houve pilhagem porque o documento foi encontrado”, declarou. Diaulas não descarta a possibilidade de quadrilhas especializadas em clonagem de documentos de pessoas mortas terem falsificado o documento da vítima. “Essa foi uma triste coincidência. Mas casos como este acontecem todos os dias em todos os lugares”, completou. O caso vai ser investigado como crime de estelionato pela 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro).

Leia a matéria completa amanhã, na edição impressa do Jornal de Brasília

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