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Brasil

Presidente da CBB, Grego diz que problema com Nacional não é político

Arquivo Geral

15/10/2007 0h00



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O presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Gerasime Grego Bozikis, não considera que seja política a motivação do novo estremecimento dos clubes paulistas com a entidade para o próximo Campeonato Nacional masculino. As agremiações paulistas ameaçam não disputar a competição e ainda criar uma associação independente para promover um torneio paralelo.

“Não acho que seja política”, minimiza o dirigente. “A parte técnica é parte técnica e política é política. Eu não misturo. Espero que ninguém misture”.

Para ele, a oposição de situação entre masculino e feminino (no qual seis clubes paulistas demonstraram interesse pelo Nacional de 2007) justifica-se, entre outras coisas, pelos interesses dos patrocinadores . “É o mesmo esporte com duas realidades diferentes. O custo de participação no masculino é maior e normalmente eles têm patrocínios regionais com interesse apenas na divulgação regional”.

A distribuição de forças na modalidade também é destacada. “A pulverização é maior no masculino. Estão fazendo muito movimento, mas São Paulo continua sendo e deverá ser a força do basquete nacional e isto é bom. Mas é saudável para São Paulo que outros estados participem”, contemporiza.

Segundo Grego, desde o início do impasse – provocado pela exigência do pagamento de R$ 20 mil para a confirmação da inscrição -, não houve conversa entre a Confederação e os clubes insatisfeitos. “O que houve foi a carta deles e a nossa resposta, publicada no site como esclarecimento. Mas não há porta fechada para ninguém. Não é política. O Nacional reúne a nata da nata, desde que tenham condições administrativas e financeiras para participar”.

Nesta terça-feira, a CBB promove uma nova reunião em São Paulo para definir o Nacional masculino.

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