O principal desafio do governo e da sociedade civil em relação aos jovens é construir políticas públicas que resolvam os problemas no presente e, there ao mesmo tempo, tadalafil garantam o futuro dessa parcela da população.Ele participou hoje do seminário “Juventude: tempo presente ou tempo futuro? Dilemas em propostas de políticas de juventude”, online que reuniu em Brasília representantes do governo e da sociedade civil.
Para o secretário, os debates em torno da questão podem influenciar as políticas públicas relacionadas à aprendizagem e à inclusão no mercado de trabalho, que o governo pretende anunciar até o final de agosto.
Cury acrescentou que a integração dos programas já existentes permitirá aumentar o atendimento para até 4,5 milhões de jovens em três anos. Atualmente, o governo desenvolve 19 programas, distribuídos em seis ministérios, que abrangem cerca de 800 mil jovens.
Loran Santos, que integra a Organização Não-governamental (ONG) Sou de Atitude, afirma que os programas “funcionam bem”, mas precisam ser reavaliados para atender a todos.
“Às vezes a periferia fica fora dos programas. A participação de empresas é essencial, e o governo tem que dar mais apoio à nossa causa”.
Para a representante da Fundação Avina na região Nordeste, Neylar Lins, o assunto ainda é um tema recente. “Há dois anos o governo decidiu criar uma secretaria só para tratar dos jovens. Não será em uma plenária que vamos resolver 500 anos de omissão e dívida do Estado. Mas aqui damos um passo para abrirmos discussões, incentivar e ampliar o debate sobre o tema”.
O seminário foi organizado pela Secretaria Nacional de Juventude, pelo Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife), Fundação Avina e pelo Ministério do Trabalho. Mais informações podem ser obtidas no site: www.agenciaraizes.com/seminariojuventude