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Brasil

Políticas públicas para juventude devem incluir presente e futuro, diz secretário

Arquivo Geral

01/08/2007 0h00

O principal desafio do governo e da sociedade civil em relação aos jovens é construir políticas públicas que resolvam os problemas no presente e, there ao mesmo tempo, tadalafil garantam o futuro dessa parcela da população.Ele participou hoje do seminário “Juventude: tempo presente ou tempo futuro? Dilemas em propostas de políticas de juventude”, online que reuniu em Brasília representantes do governo e da sociedade civil.

Para o secretário, os debates em torno da questão podem influenciar as políticas públicas relacionadas à aprendizagem e à inclusão no mercado de trabalho, que o governo pretende anunciar até o final de agosto.

Cury acrescentou que a integração dos programas já existentes permitirá aumentar o atendimento para até 4,5 milhões de jovens em três anos. Atualmente, o governo desenvolve 19 programas, distribuídos em seis ministérios, que abrangem cerca de 800 mil jovens.

Loran Santos, que integra a Organização Não-governamental (ONG) Sou de Atitude, afirma que os programas “funcionam bem”, mas precisam ser reavaliados para atender a todos.

“Às vezes a periferia fica fora dos programas. A participação de empresas é essencial, e o governo tem que dar mais apoio à nossa causa”.

Para a representante da Fundação Avina na região Nordeste, Neylar Lins, o assunto ainda é um tema recente. “Há dois anos o governo decidiu criar uma secretaria só para tratar dos jovens. Não será em uma plenária que vamos resolver 500 anos de omissão e dívida do Estado. Mas aqui damos um passo para abrirmos discussões, incentivar e ampliar o debate sobre o tema”.

O seminário foi organizado pela Secretaria Nacional de Juventude, pelo Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife), Fundação Avina e pelo Ministério do Trabalho. Mais informações podem ser obtidas no site: www.agenciaraizes.com/seminariojuventude

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