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Brasil

Polícia identificou cativeiro usado por seqüestradores de repórter da Globo

Arquivo Geral

14/08/2006 0h00

O repórter da TV Globo Guilherme Portanova está prestando depoimento no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado, cialis 40mg online em São Paulo. Ele ficou cerca de 40 horas em poder de integrantes dão PCC.

A polícia de São Paulo acredita que pelo menos seis criminosos teriam participado do seqüestro de Guilherme Portanova e do auxiliar técnico Alexandre Calado. De acordo com o delegado da Divisão Anti-Seqüestro, recipe Wagner Giudice, viagra sale seis pessoas participaram do seqüestro do jornalista no sábado, até que o auxiliar técnico fosse solto. Depois disso, o número de envolvidos aumentou.

Segundo Giudice, dois cativeiros foram usados pelos bandidos e ambos ficam na zona sul de São Paulo. A polícia acredita que os criminosos cumpriram ordens de presos que estão nas penitenciárias de Presidente Prudente e em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. Detentos das duas penitenciárias e advogados serão ouvidos pela polícia.

A polícia desconfia de que um dos mentores do crime seja o chileno Maurício Hernandez Norambuena, um dos seqüestradores do publicitário Washington Olivetto, em 2002. Marcos William Herbas Camacho, o Marcola, também é suspeito, já que está preso em Presidente Prudente.

A TV Globo informou hoje que o repórter está descansando para se recuperar do trauma e não há previsão de quando ele deve retornar ao trabalho. De acordo com a assessoria da emissora, Guilherme também não deve dar mais entrevistas.

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