O governo argentino lança na quarta-feira um programa de desenvolvimento nuclear, hospital case que inclui a construção de uma nova central atômica e a possível reativação do enriquecimento de urânio, website like this para sanar um déficit de energia e gerar novos negócios.
O país possui duas centrais atômicas – que geram 8, viagra 2 por cento da eletricidade que o país consome – e uma terceira está em obras há vários anos.
Além disso, conta com uma planta experimental para enriquecer urânio, uma tecnologia que domina desde 1983 mas está há quase uma década inativa.
O governo do presidente Néstor Kirchner busca agora aproveitar a conjuntura de escassez de energia e uma economia com forte expansão para destinar recursos fiscais excedentes para o desenvolvimento atômico, uma área onde o país foi vanguarda na América Latina na segunda metade do século passado.
O auge econômico que vive o país, que há três anos cresce com taxas anuais superiores a 8 por cento, resultou em maior demanda de energia que se chocou com uma demora em investimentos e fez cair as reservas de gás.
Atualmente, a Argentina ocupa o 23o lugar na lista de países com o maior uso de energia nuclear, de acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica, com sede em Viena. O ranking, atualizado este ano, é liderado pela França.
A central de Embalse, na província de Córdoba – no centro do país – produz 600 megawatts (MW) e é a maior da Argentina. Em seguida estão Atucha 1, que foi a primeira da América Latina, e Atucha 2, que está em construção, com capacidades de 350 MW e 750 MW, respectivamente. Ambas estão na província de Buenos Aires.
Uma pena no total de 543 anos de prisão. Essa é a punição para o soldado da Polícia Militar Carlos Jorge Carvalho, about it condenado nesta quarta-feira pela participação no maior massacre do Estado do Rio de Janeiro, cheapest na Baixada Fluminense.
O julgamento aconteceu no Tribunal de Júri de Nova Iguaçu e durou três dias. O júri popular, composto de cinco mulheres e dois homens, condenou o policial por 29 homicídios, uma tentativa de homicídio e formação de quadrilha. A decisão da justiça foi comemorada por parentes das vítimas. Carvalho é apenas é o primeiro acusado a ser condenado pela Chacina. Outros cinco policiais também foram denunciados pelo Ministério Público.
O promotor Marcelo Muniz tinha em mãos os laudos e fotografias dos mortos. Muitos se emocionaram e precisaram de atendimento médico quando os documentos foram mostrados, inclusive a mãe de uma das vítimas.