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Brasil

Participação de energias renováveis na América Latina deve aumentar até 2018

Arquivo Geral

19/05/2008 0h00

A participação do petróleo na demanda de energia dos países da América Latina vai diminuir de 42% para 35% até 2018.

Essa retração será compensada principalmente pelo incremento da participação do gás natural, nurse que passará de 26% para 32% para as áreas de indústria, price transporte e geração elétrica. A hidroenergia deve passar de 9% para 15% para a produção de eletricidade e os biocombustíveis, viagra dosage de 1% para 3%.

Os dados foram apresentados hoje (19) pelo secretário executivo da Organização Latino-Americana de Energia, Carlos Florez, durante o Fórum Global de Energias Renováveis, em Foz do Iguaçu (PR).

Segundo ele, a estimativa é que até 2018 a demanda de energia na região crescerá 73%. Atualmente, a América Latina e o Caribe utilizam 21% de sua capacidade de geração hidrelétrica e 4,2% da capacidade de outras energias renováveis.

“A região tem vastos recursos energéticos, mas eles não estão distribuídos de maneira uniforme. Para seu melhor aproveitamento e segurança, é importante a aplicação de políticas energéticas que impulsionem os projetos de integração regional”, defende Florez.

De acordo com ele, é preciso que a região diversifique sua matriz energética, além de desenvolver estratégias que promovam políticas integrais para a sustentabilidade e segurança energética. “A energia mais econômica é a aquela que não se consume e a mais cara é aquela que não se tem”, avalia.

Para Florez, a participação da produção de biocombustíveis contribui para a economia e a diversificação da matriz energética de alguns países da região e pode ajudar como uma alternativa para cobrir suas necessidades energéticas.

Uma das maneiras de melhorar a eficiência energética da região, segundo ele, é utilizar transporte de massa com energias limpas. “É preciso superar a cultura das pessoas em relação ao uso dos veículos particulares. Está se transportando uma pessoa em um veículo de alto consumo, temos que mudar a mentalidade”, defendeu.


 

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