O superintendente da regional Sudeste da Infraero, thumb Edgar Brandão Júnior, viagra sale afirma que a liberação da pista principal do Aeroporto de Congonhas, pill em São Paulo, seja feita em conjunto pelos setores responsáveis pelo setor aéreo.
Depois do acidente com o Airbus A320 da TAM, no dia 17 de julho, o Centro de Investigação de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) recomendou a proibição de pousos quando a pista principal estivesse molhada. A sugestão foi avalizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e adotada pela Infraero.
“Evidente que a Anac e o Cenipa estão acompanhando e vão fazer uma verificação para depois liberar ou não a pista. Como existe uma manifestação formal do Cenipa e a Anac é órgão regulador, acredito que eles se reúnam com o Decea para verificar qual será o procedimento [de liberação da pista após a execução do grooving]”.
Grooving são as ranhuras que permitem o escoamento da água, aumentando a aderência do asfalto. A obra de execução dessas ranhuras será concluída hoje.
Em nota, a Infraero afirma que até sábado deve encaminhar ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), ao Cenipa e à Anac uma solicitação para que a pista principal seja inspecionada a fim de verificar se há condições de voltar a operá-la em dias de chuva.
Para Brandão, com a conclusão do grooving, a pista pode ser liberada. Segundo ele, a Infraero já fez o que lhe cabia fazer. “Agora, conforme nosso presidente [Sérgio Gaudenzi] já dissse, vamos aguardar a manifestação dos órgãos responsáveis”.
Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Anac respondeu que, legalmente, compete a Infraero apresentar as informações relativas às condições da pista.
Também afirma que, como a execução do grooving não acarretou alterações nas características físicas da pista (como comprimento, suporte de pavimento e outros), não é necessário homologá-la. A existência das ranhuras também não interfere na determinação do Conac de transferir vôos de Congonhas para outros aeroportos de São Paulo.
O Comando da Aeronáutica disse considerar que os técnicos da Infraero têm competência e capacidade para atestar as condições de operação da pista.
Na nota, a Infraero acrescenta que após a execução do grooving faltará concluir a construção das áreas de escape. Brandão, no entanto, diz que a obra não deve começar este ano.
“Estão sendo feitos vários estudos e já há várias alternativas, mas não temos recursos no orçamento para este ano. A menos que haja recurso extraordinário, a obra não deve ser iniciada em 2007. Até porque, se fôssemos fazer uma licitação a essa altura do ano, teríamos dificuldade para concluí-la. Eu acredito que a logística para começar a execução de um projeto como este levaria ao menos quatro meses”, disse o superintendente.