O cancelamento da edição de 2008 do Rali Dacar, como era de se esperar, deixou os competidores bastante frustrados. E para o brasileiro Paulo Nobre, o Palmeirinha, a sensação não poderia ser outra que não a decepção pela perda do planejamento de toda uma temporada. “Cancelar toda a prova era algo que nunca passou pela minha cabeça, ainda mais a um dia do seu início”, lamentou Palmeirinha, que pilotaria um BMW X3 da equipe X-Raid New Dimension, e foi além em seu desabafo.
“Isso joga por água abaixo o trabalho de um ano de preparação, não só para mim como competidor, mas também para a organização, veículos de imprensa que acompanhariam a competição, patrocinadores e mesmo as cidades por onde o rali passaria. A ficha ainda não caiu”, reconheceu.
O brasileiro, que iria para ser terceiro Rali Dacar, garante que nunca houve um temor real pelo cancelamento. “Quando me perguntavam se eu tinha medo do terrorismo que sempre cerca o Dacar, eu dizia que não, que isso era até um pouco de folclore da prova, já que em situações perigosas mesmo, a organização cancelava a etapa”, lembra o brasileiro, citando a decepção de sua equipe.
“A frustração no time também é grande, já que neste ano a chance de vitória era real em virtude de algumas modificações no regulamento, como a redução do câmbio do seis para cinco marchas, além do uso de um restritor de 38mm em vez de 39mm na entrada de ar do motor. A nossa equipe se adaptou melhor a essas alterações e deveríamos andar bem próximos do pessoal da Mitsubishi e a frente da Volkswagen”, garante.
O Rali Dacar, segundo a organização, deve acontecer normalmente em 2009, embora não haja garantias antecipadas das circunstâncias em que ocorrerão a prova. Neste ano, antes do assassinato de quatro turistas franceses na Mauritânia, os organizadores já haviam tirado do caminho as etapas no Mali, consideradas excessivamente perigosas para competidores, organizadores e observadores.
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O brasileiro, que iria para ser terceiro Rali Dacar, garante que nunca houve um temor real pelo cancelamento. “Quando me perguntavam se eu tinha medo do terrorismo que sempre cerca o Dacar, eu dizia que não, que isso era até um pouco de folclore da prova, já que em situações perigosas mesmo, a organização cancelava a etapa”, lembra o brasileiro, citando a decepção de sua equipe.
“A frustração no time também é grande, já que neste ano a chance de vitória era real em virtude de algumas modificações no regulamento, como a redução do câmbio do seis para cinco marchas, além do uso de um restritor de 38mm em vez de 39mm na entrada de ar do motor. A nossa equipe se adaptou melhor a essas alterações e deveríamos andar bem próximos do pessoal da Mitsubishi e a frente da Volkswagen”, garante.
O Rali Dacar, segundo a organização, deve acontecer normalmente em 2009, embora não haja garantias antecipadas das circunstâncias em que ocorrerão a prova. Neste ano, antes do assassinato de quatro turistas franceses na Mauritânia, os organizadores já haviam tirado do caminho as etapas no Mali, consideradas excessivamente perigosas para competidores, organizadores e observadores.
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