Com a exceção dos grandes periódicos de tiragem nacional como o New York Times, for sale o “Washington Post” e o “USA Today”, health as páginas web da maioria de jornais dos EUA perdem audiência, segundo um novo estudo.
O relatório publicado hoje pela Universidade de Harvard, e que pode ser acessado em www.ksg.harvard.edu/presspol/index.htm, se baseia no acompanhamento de 160 sites de periódicos, cadeias de televisão e outros meios de imprensa durante o período de um ano.
A análise destaca como significativo o aumento de tráfego, em torno de 10% em média, que registraram no último ano os sites de jornais de tiragem nacional como o “New York Times”, o “Washington Post” e o “USA Today”.
“Pelo contrário, as páginas da maioria do resto dos periódicos – quer seja de jornais de cidades pequenas, médias ou grandes – perderam audiência”, indica o relatório, insistindo em que, em termos médios, esses sites têm bem menos visitantes que há um ano. Os autores da pesquisa concluem que a web ameaça sobretudo os jornais.
Esses meios de imprensa estiveram entre os primeiros a colocar notícias na internet, mas segundo o estudo essa vantagem inicial foi diminuindo perante a crescente concorrência de meios de imprensa eletrônicos e provedores de conteúdo não tradicionais.
Segundo a Universidade de Harvard, a internet representa também uma maior ameaça para a mídia local do que para as que já desfrutam de alcance nacional.
“Porque reduz a influência da geografia na escolha de uma fonte informativa, a internet favorece aqueles que têm uma marca, essas poucas organizações que saltam à mente dos americanos quando buscam notícias na web”.
Quanto ao mais, o estudo reflete um forte aumento no número de visitantes às páginas web das cadeias de televisão mais conhecidas do país, como a “CNN”, “ABC”, “CBS”, “NBC”, “MSNBC” e “Fox”.
Segundo o relatório, o tráfego médio desses sites aumentou em mais de 30% durante o último ano. Os que desfrutaram maiores aumentos de audiência foram os provedores não tradicionais, como os buscadores e os blogs.
Entre os mais beneficiados estão Google, Yahoo!, AOL e MSN, além de sites como “newsvine.com”, “topix.net”, “digg.com” e “reddit.com”.