A Penitenciária de Americano III, clinic help em Santa Izabel do Pará, cost physician a 45 quilômetros de Belém, pill viveu momentos de tensão hoje. Um confronto entre policiais e um grupo de bandidos que tentava resgatar assaltantes de banco deixou três mortos, um deles cado da Polícia Militar.
Escondidos na mata ao redor do presídio, os criminosos foram surpreendidos por uma ronda de policiais quando o tiroteio começou na madrugada de hoje. Baleado na cabeça, o PM Eron Cardoso Miranda, 33 anos, morreu na hora. Os outros mortos foram o maranhense Pedro Silva Moreira, 31 anos, que tinha passagem pelo sistema penal, e um outro homem ainda não identificado.
Os outros integrantes do bando conseguiram fugir, embrenhando-se na mata e deixaram para trás uma submetralhadora, uma pistola 380, além de um alicate que serviria para cortar o arame que cerca a penitenciária.
Com quase 70 anos de atuação, try pela primeira vez o Conselho Nacional de Saúde (CNS) realizará eleição para a presidência do órgão. Até hoje o cargo é ocupado, viagra obrigatoriamente, abortion pelo ministro da Saúde. Com a eleição, o ministro também poderá ser candidato. Também poderão concorrer representantes de entidades de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores e prestadores de serviço da área de saúde.
A mudança segue uma tendência que já é realidade em vários estados e municípios, de acordo com a secretária-executiva do Conselho, Eliane Cruz. Segundo ela, a eleição de um presidente vai dar mais autonomia ao órgão e evitar que se confunda as decisões do conselho com as do Ministério da Saúde, fazendo com que repercutam de forma mais efetiva. “Ao ter um presidente eleito, ele (conselho) vai ter uma voz bastante destacada dentro do Sistema Único de Saúde”.
O Conselho Nacional de Saúde formula, fiscaliza e delibera sobre políticas de saúde. As deliberações são transformadas em resoluções, que devem ser homologadas pelo ministro da Saúde.
A eleição será na reunião de posse dos novos conselheiros nacionais, em 15 de setembro. As inscrições para a eleição dos conselheiros estão abertas até o dia 18 de agosto.
A Polícia Federal prendeu até o final da tarde 95 pessoas acusadas de integrar o maior esquema de fraudes sobre importações ilegais já identificado no país. A Operação Dilúvio envolve mais de mil policiais federais e servidores da Receita Federal em oito estados e também em Miami, pharm nos Estados Unidos. As investigações da Operação Dilúvio correm sob segredo de justiça.
Foram 32 presos no Paraná, oito presos no Rio de Janeiro, 32 presos em São Paulo, um preso na Bahia, nove em Santa Catarina, dois no Espírito Santo e um em Pernambuco. Segundo a Polícia Federal, o balanço parcial das apreensões mostra que US$ 500 mil e R$ 360 mil foram apreendidos.
Resultado de dois anos de investigação, a operação identificou o grupo que atuava há cerca de 10 anos, fraudando o valor das mercadorias importadas, sonegando impostos, entre outras ilegalidades. Os empresários atuavam em oito estados brasileiros, principalmente em São Paulo, e nos Estados Unidos.
De acordo com o superintendente da Polícia Federal no Paraná, Jarbas Saad, todos os empresários suspeitos de liderar o esquema já estão detidos. Um deles, que estava em Miami (EUA), já se apresentou voluntariamente e está retornando ao Brasil, onde será preso.
O empresário Marco Antonio Mansur liderava o esquema de fraudes em importações e sonegação de impostos, desarticulado pela Operação Dilúvio. A informação foi confirmada pelo delegado da Polícia Federal de Paranaguá, Paulo Vibrio, coordenador da operação em São Paulo. Segundo o delegado, Mansur encabeçava um grupo empresarial estabelecido em São Paulo, com ramificações em diversos estados.
O empresário e seu filho, Marco Antonio Mansur Filho, foram presos. “O empresário, em conluio com seu filho, praticaram corrupção passiva de funcionários da Receita Federal e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. E também interposição fraudulenta, blindagem de patrimônio, falsificação ideológica de documento e formação de quadrilha, tudo para burlar a Receita Federal”, explicou o delegado.
Nos últimos dez anos, o grupo liderado por Mansur registrou dezenas de empresas importadoras (conhecidas como tradings) e diversas distribuidoras que intermediavam as operações de forma a ocultar os reais importadores, o que possibilitava realizar uma expressiva redução fraudulenta de tributos.
De acordo com as investigações, o grupo importava os mais diversos produtos, de roupas e alimentos a equipamentos eletrônicos e pneus. As mercadorias chegavam a grandes lojas. A operação pretende rastrear todos os beneficiados com o esquema a partir dos documentos que estão sendo apreendidos.
Entre os "clientes" do grupo, segundo Saad, estão a botique de luxo Daslu e o empresário Law Kim Chong, que já foram apontados como sonegadores em investigações anteriores.