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Novas provas poderiam reabrir caso da Renault, garante FIA

Arquivo Geral

07/12/2007 0h00

Para a Renault, ainda não é hora de comemorar. A FIA anunciou nesta sexta-feira que poderá rever o veredicto no caso de espionagem que envolveu a equipe, caso novas evidências sejam levantadas no futuro.

A escuderia francesa foi acusada pela McLaren de roubo de dados utilizados nos carros de Fernando Alonso e Lewis Hamilton ao longo de 2007. A Federação até reconheceu a denúncia, mas não encontrou indícios de que os carros do time de Flavio Briatore tenham feito uso da propriedade intelectual desenvolvida pela McLaren, isentando os franceses de punição.

Por enquanto, o Conselho Mundial de Automobilismo – que absolveu a Renault e que condenou a própria McLaren em setembro – diz que as provas levantadas são incapazes de complicar os franceses. “Apesar de muitos elementos não terem sido declarados (…), o Conselho conclui que não há provas suficientes que estabeleçam utilidade que estas informações foram utilizadas para interferir no Mundial”, explicou a FIA, em comunicado oficial.

A nota deixa em aberto a possibilidade de uma reabertura do caso, “frente à eventualidade de que novas informações disponibilizem uma acareação”. Com isso, abre-se a chance ainda de a própria McLaren apelar da decisão, já que a equipe inglesa não teve a possibilidade de apelar da decisão quando foi considerada culpada de espionagem.

Em seu documento oficial, a FIA e seu Conselho Mundial de Automobilismo reconhecem que a Renault possuía os esquemas do sistema de distribuição de gasolina da McLaren, além de um plano da caixa de câmbio e de desenhos de um distribuidor de peso. No caso, o engenheiro Philip MacKereth – ex-funcionário da equipe inglesa – seria o responsável pelo desvio de informação.

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