Campeã em 2003 e vice em 2005, a queniana Catherine Ndereba conquistou o bicampeonato na maratona no Campeonato Mundial de Osaka neste sábado (manhã de domingo, no Japão). Em uma apresentação perfeita ela cruzou a linha de chegada com 2h30min37. A medalha de prata ficou com a chinesa Zhou Chunxiu (2h30min45), seguida pela japonesa Reiko Tosa (2h30min55). O Brasil não teve competidora na prova.
“Foi a maratona mais difícil da minha vida”, afirmou a campeã. “Foi também a mais quente. Algumas pessoas disseram que depois de não ter vencido em Atenas e em Helsinque eu estava acabada. Mas eu mostrei para eles que com a ajuda de Deus eu posso voltar a vencer”, desabafou.
Com o resultado de Ndereba, o Quênia assegurou uma dobradinha nas maratonas em Osaka. Na prova masculina, Luke Kibet conquistou o ouro, pondo fim a uma espera de 20 anos do país por um título na prova.
O pódio desta noite não foi uma prova de superação apenas para a queniana, a chinesa Zhou também travou uma batalha pessoal pelo resultado. Campeã em Londres este ano e vice nos Jogos Asiáticos de 2006, ela precisou se recuperar de uma lesão para completar a prova. “Machuquei meu tornozelo na China uma semana antes do Mundial e quase no final ele começou a doer. Sinto-me bem com a prata. No ano que bem tudo vai correr bem para mim em meu país”, aposta.
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< !--/hotwords -- >“Foi a maratona mais difícil da minha vida”, afirmou a campeã. “Foi também a mais quente. Algumas pessoas disseram que depois de não ter vencido em Atenas e em Helsinque eu estava acabada. Mas eu mostrei para eles que com a ajuda de Deus eu posso voltar a vencer”, desabafou.
Com o resultado de Ndereba, o Quênia assegurou uma dobradinha nas maratonas em Osaka. Na prova masculina, Luke Kibet conquistou o ouro, pondo fim a uma espera de 20 anos do país por um título na prova.
O pódio desta noite não foi uma prova de superação apenas para a queniana, a chinesa Zhou também travou uma batalha pessoal pelo resultado. Campeã em Londres este ano e vice nos Jogos Asiáticos de 2006, ela precisou se recuperar de uma lesão para completar a prova. “Machuquei meu tornozelo na China uma semana antes do Mundial e quase no final ele começou a doer. Sinto-me bem com a prata. No ano que bem tudo vai correr bem para mim em meu país”, aposta.
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