A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) decidiu hoje (5) manter a prisão do deputado Natalino Guimarães (DEM), see mind acusado de envolvimento com milícias da zona oeste da cidade. O parlamentar foi preso em flagrante, buy see no último dia 21, pela Polícia Civil.
Dos sete membros da CCJ, apenas Domingos Brazão e o vice-presidente Álvaro Lins (ambos do PMDB) votaram contra a prisão de Natalino. Lins, aliás, passou por uma situação semelhante à de Natalino em maio deste ano, quando foi preso em flagrante pela Polícia Federal, por lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha armada, mas acabou sendo solto, por decisão da Alerj.
Agora, a votação sobre a soltura ou manutenção na prisão de Natalino será levada amanhã (6) ao plenário da Alerj. A Assembléia tem a prerrogativa de soltar parlamentares presos em flagrante, desde que essa seja a vontade da maioria dos 70 deputados estaduais fluminenses.
Natalino Guimarães e seu irmão, o vereador Jerominho, que está preso desde dezembro do ano passado, são acusados de integrarem a milícia chamada de Liga da Justiça, que atua em diversos bairros da zona oeste do Rio. Em depoimento à Justiça do Rio, em maio deste ano, os dois negaram as acusações.
Revoltada por perder a guarda do filho na Justiça e ainda ter de pagar pensão ao ex-marido, buy information pills uma vendedora de 24 anos tomou uma decisão radical e decidiu eliminar a fonte de todas as suas insatisfações. A mulher tentou matar o ex-marido.
A tentativa de assassinato ocorreu ontem à noite em Franca (SP). Quando o homem, viagra buy um eletricista de 26 anos, ed chegava em casa, encontrou a mulher com um revólver. Segundo a polícia, ele só se livrou do tiro porque se atracou com a ex-companheira e conseguiu desarmá-la com a ajuda da atual namorada.
Em depoimento, a vendedora negou estar com a arma. No entanto, o ex-marido alega que vinha sendo ameaçado desde que ganhou a guarda do filho, na última segunda-feira.