Uma mulher foi barrada na segunda fase do concurso de merendeira em Igaraçu do Tietê, São Paulo, depois de se apresentar para a prova utilizando uma sapatilha desgastada. O caso da dona de casa Maria José de Oliveira segue na justiça.
Segundo Maria José, ela seguiu a orientação do edital que exigia o uso de um sapato fechado e de salto baixo, mas ao se apresentar o fiscal do certame a impediu de fazer a prova prática alegando que ela não estava de acordo com a determinação.
A dona de casa entrou na Justiça contra a empresa que organizou o concurso, pedindo indenização por danos morais. O advogado da organizadora reafirma o posicionamento de que Maria José estava em desacordo com o edital.
Para a ex-futura merendeira, ela estava de acordo com o exigido e era perfeitamente capaz de executar as receitas da prova prática. Ela alega que não tinha condições de comprar um novo sapato para realizar o exame. A primeira audiência do processo ainda não foi marcada pela Justiça.
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