Repúblicas estudantis de cidades mineiras, como Ouro Preto, Mariana e João Monlevade, que ocupam imóveis públicos tombados, foram proibidas de vender pacotes turísticos para o Carnaval.
Destino muito procurado pelos foliões de Brasília, passar os quatro dias de folia em uma das cidades custa, em média, R$ 400, com hospedagem, bebida, comida e festas incluídas. As repúblicas de Ouro Preto, por exemplo, comercializam o Carnaval pela internet e prometem farra 24 horas, regada a muita cerveja.
No anúncio da República Santuário (www.carnavalouropreto.com/republicasantuario), como se não bastasse a cerveja é liberada durante 24 horas, os estudantes prometem muita badalação, regada a “drink’s, cachaça e muito batidão”.
Já a República FG (*www.carnavalouropreto.com/republicafg*) promete, além das festas (pelo menos uma a cada dia), cerveja liberada “super gelada todos os dias”, bebidas destiladas e refrigerante “a qualquer momento”, shows ao vivo, abadas de blocos, “além, é claro, de festa 24 horas na república”.
A festa da República Aconchego tem até nome: CarnAconchego 2010 (www.carnavalouropreto.com/pacoteaconchego). No anúncio, prometem “muita música, gente bonita e cerveja à vontade”. E finalizam com um diferencial: “Boate bombando a noite toda”.
Há 11 anos, a República Calamidade Pública promove a festa. E neste ano, prometem, entre outras coisas, “som no talo, 24 horas por dia, com as melhores músicas e baladas e ultimas tendências. Afinal, isto aqui não é um spa!”.